Cabeçalho Futebol Internacional

A história da selecção romena não pode ser desprezada, afinal foi uma das quatro equipas europeias a participar no primeiro Mundial da história (em 1930) e é uma das selecções que mais participa em europeus, conforme prova o facto de não ter falhado mais que dois europeus seguidos (o de 1988 e o de 1992) desde a sua primeira participação, em 1984.

O melhor que os Tricolorii conseguiram em Euros foi precisamente a qualificação para os quartos-de-final, em 2000, num campeonato onde estiveram integrados no grupo de Portugal, deixando para trás selecções como a Alemanha e a Inglaterra. Uma campanha que pôs termo à glória da melhor geração que a Roménia conheceu, e que inclui, nas suas fileiras o portentoso central Popescu, o mágico Hagi,o incansável Munteanu ou o goleador Adrian Illie.

Depois disso, a Roménia entrou numa espécie de depressão em termos futebolísticos, falhando o Mundial 2002, o Euro 2004 e o Mundial 2006, regressando aos grandes palcos em 2008, para o Euro da Austria, onde teve uma participação modesta, ainda que ocupasse o grupo da morte, composto por França, Itália (finalistas do Mundial 2006) e Holanda. Porém, não mais logrou apurar-se para uma grande competição, pelo que a “fome de bola” da porção futebolística dos cerca de 20 milhões de romenos para o França 2016 é grande.

A expectativa numa boa participação, também. É que, apesar de ainda que dividirem o grupo de qualificação com equipas relativamente acessíveis como a Grécia (em super sub-rendimento), Irlanda do Norte, Ilhas Faroé, Finlandia e Hungria, os romenos conseguiram uma qualificação sem derrotas e com apenas dois golos sofridos.

Anúncio Publicitário
1
2
3
4
5
6
Artigo anteriorRevista do Euro’2016: Albânia
Próximo artigoRevista do Euro’2016: Polónia
Enquanto a França se sagrava campeã do mundo de futebol em casa, o pequeno Pedro já devorava as letras dos jornais desportivos nacionais, começando a nascer dentro dele duas paixões, o futebol e a escrita, que ainda não cessaram de crescer.                                                                                                                                                 O Pedro não escreve ao abrigo do novo Acordo Ortográfico.