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Sem mais demoras, sejam bem-vindos ao conceito de ciclismo moderno. Não estranhou? Pois claro, é um termo que causa cada vez mais concentração mediática, não estivéssemos nós perante uma verdadeira geração de ouro, ou talvez de diamante, diríamos.

Até aqui, nada de novo. Se não estava a par, se não estava à espera, tudo bem. Antes de mais, pode esfregar os olhos, beliscar-se, enfim: tudo o que o seu olhar captou é mesmo a pura e louca realidade. Inacreditável, impensável ou como lhe quiser chamar, esta nova conceção de ciclismo, em tudo atraente na ótica do espetador comum, tem sido exposta da maneira mais intensa possível no passado recente. Faltava apenas revolucionar uma competição como o Tour de France para romantizar aquilo que os teóricos já projetavam? Completamente.

A razão de tal fenómeno passa essencialmente pela forma como os protagonistas têm aproveitado a exposição desta prova para se afirmarem como responsáveis por mais um degrau de uma verdadeira revolução em curso. Na prática, a primeira semana da Volta a França de 2021 – o assunto do momento -, ganhou o estatuto de uma das mais caóticas, espetaculares e emocionantes de toda a História e não existe qualquer razão para contestar uma afirmação destas, até porque os amantes da modalidade só podem estar gratos por tal riqueza tática e emotiva.

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Afinal, o propósito de abordar estes primeiros oito dias de competição através de uma visão mais aprofundada é crucial para compreender o quão positivo tem sido este Tour. Se é verdade que, daqui para a frente, o cenário mais previsível assenta numa acalmia gradual na forma dos atletas correrem o que falta de Tour, compete-nos explorar até ao mais ínfimo detalhe todos os pontos obrigatórios de destaque.

Segure-se, porque entre regressos à ribalta, estreias memoráveis, etapas loucas e momentos de alta tensão desportiva… É caso para dizer: venha o ciclista (e a etapa) e escolha!

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