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Cabeçalho modalidadesDe ano para ano, de salto em salto, o Santos Tour Down Under costuma ser das primeiras provas do novo ano e aquela em que podemos voltar a ver grandes nomes juntos após alguns meses de descanso e preparação. Desta vez, não foi exceção e temos realmente uma boa prova para abrir o “apetite” a todos os fãs do ciclismo para uma temporada que se avizinha bastante competitiva.

A Austrália é palco de uma das corridas que “aquecem” sempre o princípio da temporada no ciclismo. De 17 a 22 de Janeiro, teremos 6 etapas repletas de emoção e, esperemos, para bem do espetáculo, incerteza até ao fim. No ano passado, tivemos uma grande vitória de Simon Gerrans, que poderá repetir-se neste ano.

Mas antes de passar para os favoritos, é importante observar um pouco daquilo que serão os perfis das etapas. As primeiras duas etapas serão muito diferentes uma da outra, visto que a primeira etapa possivelmente terminará ao sprint. Ainda assim, todos os ciclistas terão que ter cuidado com a descida e a forma como a abordam. Na segunda etapa, temos um perfil “mais acidentado”, mas que poderá servir para separar logo os grandes favoritos à vitória final dos restantes concorrentes.

Fonte: Tour Down Under
Fonte: Tour Down Under

A terceira e quarta etapa darão mais 2 oportunidades aos sprinters para brilharem nesta prova, sendo que há que ter cuidado com os ventos que se farão sentir na altura. A quarta etapa parece terminar “em plano”, mas, com mais atenção, é possível reparar que haverá uma curta subida até ao fim e isso poderá alterar todos os resultados finais.

Por fim, na etapa 5 iremos ter a “etapa rainha” deste Tour Down Under, onde descobriremos quem realmente teve mais forças nesta prova de início de época. Com rampas a chegarem a uma percentagem considerável, essa etapa será, em princípio, a mais decisiva de todas. A etapa 6 e última, que será feita numa espécie de circuito e, provavelmente, terá um final ao sprint, mostrará que, no final de tudo, este tipo de provas não são consideradas “brincadeiras de início de ano” e servem como “montra” para uns e “grande objetivo” para outros.

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