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Os abandonos e os ciclistas ainda sem contrato para 2022

Tendo em conta as últimas atualizações do mercado, das equipas WorldTour e Pro Teams, foram cerca de setenta ciclistas a abandonar a modalidade, e vários a ficar sem equipa no final de 2021.

De destacar o abandono do gigante alemão André Greipel, um dos ciclistas mais vitoriosos de sempre, que decidiu colocar um ponto final à sua carreira como profissional aos 39 anos. Tony Martin é outro nome incontornável, correu vários anos a alto nível, sagrando-se quatro vezes campeão do mundo e dez títulos de campeão nacional da Alemanha em contrarrelógio. O trepador irlandês Daniel Martin também abandonou a modalidade, depois de duas temporadas na Israel Start-Up Nation. Um ciclista que obteve a vitória em dois monumentos, Liège-Bastogne-Liège e no Giro da Lombardia, e ainda somou vitórias em todas as Grandes Voltas ( curiosamente obteve uma vitória em cada Grande Volta nos seus últimos três triunfos da carreira).

Mencionar ainda nomes como: Tejay Van Garderen, Mathias Frank, Rafael Valls, Nicolas Roche, Michal Golas, Fabio Sabatini, Jempy Drucker, Robert Power, Roman Kreuziger, Nathan Haas, Marco Marcato, Marcel Sieberg e Manuel Belletti. Nos casos de Marcato (UAE Team Emirates), Sieberg (Team DSM) e de Kreuziger (Bahrain), todos irão assumir funções de staff na próxima temporada.

Quanto a corredores sem contrato, muito se deve ao desaparecimento da Team Qhubeka ASSOS do escalão principal do ciclismo, com o veterano Domenico Pozzovivo a encabeçar a lista. O italiano de 39 anos já fechou no top dez de uma Grande Volta por sete ocasiões e ainda se sentia capaz para correr pelo menos mais uma temporada. Para além de Pozzovivo, os seus ex-companheiros Sergio Henao, Janse Van Rensburg, Carlos Barbero, Kilian Frankiny, Nic Dlamini e Connor Brown foram apanhados no abandono da equipa sul-africana, sem ainda terem conseguido arranjar contrato.

Maximiliano Richeze, um dos melhores lançadores do pelotão internacional em outras épocas, não viu o seu contrato renovado pela Emirates e, apesar de preferir continuar a correr por mais uma época, ainda não conseguiu equipa. Ao que parece, segundo alguns rumores, o argentino poderá ainda fazer parte do plantel até ao Giro, retirando-se no final da prova.

Marcus Burghardt, vencedor da Gent-Wevelgem de 2007 e de uma etapa do Tour em 2008, também se encontra numa situação complicada, sem equipa.

Da equipa Intermarché- Wanty-Gobert Matériaux saíram quatro corredores que ainda não obtiveram novo contrato: Maurits Lammertink, Riccardo Minali, Jeremy Bellicaud e Alexander Evans. Das equipas francesas, Natnael Berhane e Attilio Viviani (ex-Cofidis) e Romain Seigle (ex-FDJ) apresentam-se ainda sem vínculo. Logan Owen (ex-EF Education-Nippo) segue na mesma situação.

Houve histórias mais felizes também. O australiano James Whelan não agradou aos responsáveis da EF Education, mas garantiu um lugar na equipa continental australiana Team BridgeLane, e espera agora conseguir regressar ao WorldTour. Entretanto, foi segundo classificado na prova de estrada dos campeonatos nacionais da Austrália, apenas atrás do jovem prodígio da Ineos, Luke Plapp.

Simon Clarke conseguiu um contrato de última hora com a Israel Start-Up Nation, depois de uma época na equipa Qhubeka NextHash. Os seus ex-companheiros Andreas Stokbro e Dylan Sunderland juntaram-se à Team Coop e Global 6 Cycling, respetivamente. Thomas Boudat depois da passagem pela Arkéa-Samsic, ingressou noutra formação francesa, a Sport-Roubaix Lille Métropole.

Sean Bennett e Willie Smit (bem conhecido do pelotão nacional) rumam à equipa continental chinesa, a China Glory Continental Cycling Team. Estavam os dois sem contrato, certamente, viram esta oportunidade com bons olhos. O polaco Kamil Gradek, depois de ter ficado sem equipa, neste caso a Vini-Zabù, assinou pela Bahrain-Victorious.

O André é licenciado em Marketing e Publicidade e um fã incondicional de ciclismo. Começou desde pequeno a ter uma paixão pelo desporto, através do futebol. Chegava a saber os plantéis de todas as equipas da Primeira Liga! Com o tempo, abriu-se o horizonte e o interesse para outros desportos, como o Ciclismo, o Futsal e, mais recentemente, a NBA. Diz que no Ciclismo existem valores e táticas que mais nenhum desporto possui e ambiciona um dia ter a oportunidade de assistir ao vivo a um evento deste calibre.

O André é licenciado em Marketing e Publicidade e um fã incondicional de ciclismo. Começou desde pequeno a ter uma paixão pelo desporto, através do futebol. Chegava a saber os plantéis de todas as equipas da Primeira Liga! Com o tempo, abriu-se o horizonte e o interesse para outros desportos, como o Ciclismo, o Futsal e, mais recentemente, a NBA. Diz que no Ciclismo existem valores e táticas que mais nenhum desporto possui e ambiciona um dia ter a oportunidade de assistir ao vivo a um evento deste calibre.

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