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Tour de Suisse: Os anos passam e “G” continua a exibir toda a sua classe

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INCERTEZA QUANTO AO VENCEDOR ATÉ AO ÚLTIMO DIA

Como já é habitual na Tour de Suisse, a definição do vencedor final desta prova de oito dias do World Tour prolongou-se até ao último dia de competição, que coroou o galês Geraint Thomas (INEOS Grenadiers).

Nesta prova que prima sempre pela grande variedade de etapas de média e alta montanha, as diferenças entre os candidatos à vitória na classificação geral fizeram-se sentir. À partida para o contrarrelógio final (da última etapa) da 85.ª edição do Tour de Suisse, à exceção dos três primeiros classificados (separados por menos de 20 segundos)- Sergio Higuita (BORA-hansgrohe), Geraint Thomas e Jakob Fuglsang (Israel-Premier Tech), respetivamente- todos os restantes aspirantes à vitória final já se encontravam a mais de um minuto da liderança, tendo sido afetados pelas temperaturas “antidesportivas” que se registaram por toda a Europa durante a semana, por quedas, por falta de capacidade nas etapas de alta montanha ou até pelo Covid-19.

O pódio definitivo da prova acabou por ser composto pelos três ciclistas mais consistentes, que demonstraram menos debilidades, tendo sido eles os mesmos que partiram para o contrarrelógio da última etapa nas três primeiras posições, apesar da ordem entre eles na classificação geral se ter alterado, tendo o melhor contrarrelogista, Thomas, assumido o primeiro lugar de Higuita, que foi capaz de fazer um notabilíssimo esforço contra ao cronómetro, ao ponto de ter conseguido que Fuglsang não conseguisse anular a diferença de 20 segundos que havia entre os dois à partida para a etapa final.

No top 10 final, constam também os nomes de: Neilson Powless (EF Education-EasyPost), o norte-americano da equipa de Jonathan Vaughters, que mostra ser uma boa aposta de futuro e de presente para provas de uma semana; Stefan Kung (Groupama-FDJ), o “homem da casa”, que surpreendeu tudo e todos com as sua recém-descoberta prodigiosa capacidade de trepador; Bob Jungels (AG2R Citroen Team), o luxemburguês já vencedor de um monumento, que aparenta estar em vias de regressar ao seu “velho nível” após ter sido submetido a um procedimento cirúrgico para solucionar uma endofibriose na artéria ilíaca; Felix Grosschartner (BORA-hansgrohe), o sempre confiável austríaco, natural de Wels; Daniel Martínez (INEOS Grenadiers), o colombiano de 26 anos que aspira a ser um adversário à altura dos eslovenos no Tour de France; Domenico Pozzovivo (Intermarché-Wanty-Gobert Matériaux), que a 5 meses de fazer 40 anos ainda tem disponibilidade física para ir de prova em prova, de top 10 em top 10; e Maximilian Schachmann (Bora-hansgrohe), o campeão nacional alemão de estrada, que ainda está à procura do seu primeiro triunfo da época, que pode vir a surgir brevemente.

O Miguel é um estudante universitário natural do Porto, cuja paixão pelo desporto, fomentada na infância pelos cromos de Futebol que recebia e colava nas cadernetas, considera ser algo indescritível. Espetador assíduo de uma multiplicidade de desportos, tentou também a sua sorte em algumas modalidades, sem grande sucesso, tendo encontrado agora na análise desportiva uma oportunidade para cultivar o seu amor pelo desporto e para partilhar com os demais as suas opiniões, nomeadamente de Ciclismo, modalidade pela qual nutre um carinho especial.

O Miguel é um estudante universitário natural do Porto, cuja paixão pelo desporto, fomentada na infância pelos cromos de Futebol que recebia e colava nas cadernetas, considera ser algo indescritível. Espetador assíduo de uma multiplicidade de desportos, tentou também a sua sorte em algumas modalidades, sem grande sucesso, tendo encontrado agora na análise desportiva uma oportunidade para cultivar o seu amor pelo desporto e para partilhar com os demais as suas opiniões, nomeadamente de Ciclismo, modalidade pela qual nutre um carinho especial.

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