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Findadas as provas de velocidade em ambos os setores e antes da transição para a segunda semana dedicada às provas técnicas (Slalom Gigante e Slalom) foi tempo para os combinados alpinos, competições de paralelo e também para a prova por equipas, sob a forma de uma prova paralela. Neste artigo, faremos um breve resumo destas provas integradas nos 46.º Campeonatos do Mundo de Esqui Alpino.

COMBINADO ALPINO FEMININO

Esta prova, a mais antiga neste desporto, onde se compete desde o Sec. XIX, composta por uma  primeira manga de uma das disciplinas da velocidade, neste caso um super Gigante e por uma disciplina técnica, na segunda manga, na circunstância um Slalom. Refira-se que devido a nenhuma competição deste estilo estar na presente temporada incluída no calendário da Taça do Mundo de esqui alpino, a mesma foi oportunidade única de ser disfrutada. A vitória acabou por sorrir à Norte Americana Mikaela Shiffrin que fruto de uma grande primeira manga, arrumou quase por completo o título Mundial, com a prova de Slalom duas horas depois a ter sido um proforma para a esquiadora de Vail no Colorado.

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Na prata, ficou a Petra Vlhova, da Eslováquia que demonstrou que está cada vez melhor na velocidade, bem como que se não fosse a “golden girl” Mikaela Shiffrin, poderia ter chegado ao metal mais desejado. No lugar do bronze, acabou a esquiadora Michelle Gisin da Suíça, país com mais medalhas até agora nestes mundiais. Diga-se que apesar da FIS, ter alterado as regras, passando a dispor a lista de partida da segunda manga, por ordem de classificação da manga de velocidade, quando no passado sucedia o inverso, a mesma acabou por não dar maiores chances às velocistas, com as atletas das disciplinas técnicas a prevalecerem.

COMBINADO ALPINO MASCULINO

Idêntica situação foi verificada do lado dos homens, com os atletas das técnicas, a levarem a melhor sobre os da velocidade. Como tal, o presenteado com o ouro foi o atleta da Áustria, Marco Schwarz, que relegou desta forma o grande favorito, o gaulês Alexis Pinturault para a prata. No bronze e não obstante um erro técnico, que pensei, lhe tiraria as hipóteses de ambicionar uma medalha, ficou mais um praticante helvético, neste caso tratou-se de Loic Meillard. De referir que tivemos o “nuestro hermano”, o catalão Albert Ortega, a fechar num honroso 12º lugar, algo digno sem dúvida de realce, bem como o facto do israelita, Szollos, ter terminado um posto atrás do atleta de Barcelona.

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