Lindvik voa para a eternidade | Voos de Esqui

    ESLOVENOS IGUAIS A SI PRÓPRIOS

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    Resolvidas as contas individualmente, havia agora que atribuir o título coletivo. Numa primeira linha de candidatos tínhamos: eslovenos, detentores da coroa desde 2019, germânicos, austríacos e caseiros. Num evento que viu apenas sete nações à partida, garantindo que nenhuma ficaria excluída da ronda final, quem liderava ultrapassada a primeira metade de disputa era o exército esloveno: Peter e Domen Prevc, Zajc e Lanisek.

    A cerca de meia dúzia de pontos seguiam os bávaros: Geiger, Eisenbichler, Freund e Wellinger, a surpresa nas escolhas! A não muita distância, os vizinhos e rivais austríacos: Kraft, Fettner, Wohlgenannt e Hayboeck, policiados de muito perto pelos anfitriões:  Granerud, Lindvik, Tand e Forfang, seguidos pelos polacos: Zyla, Kubacki, Stoch e o “delfim” Wolny. Todos ainda com chances de alcançar o pódio.

    Já arredados de tamanhas ambições e competindo somente pelo prestígio, rodando em sexto estavam os samurais: Yukiya Sato, Nakamura e o clã Kobayashi, enquanto que a lanterna vermelha e como se previra estava na posse dos finlandeses: Aalto, Nousiainen, Kytosaho e Heikkinen.

    UMA FUGA PARA A VITÓRIA

    Com o vento a obrigar a mexidas sucessivas no portão, quem melhor lidou com as aliciantes condições foram mesmo os detentores em título que acabaram por o revalidar. Os alemães finalizavam na prata, com os vikings a serem bronze. A Áustria ficando fora das medalhas desapontaria. Polónia, Japão e Finlândia, por esta ordem fechariam a 25.ª edição dos Mundiais de voos de Esqui. Agora, a Taça do Mundo de Saltos de esqui regressa já na próxima semana com mais voos agendados para Oberstdorf.

    A FIGURA

     

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    Marius Lindvik – Depois de retocar a imagem no segundo dia de competição em Oslo, o campeão olímpico voltou a exibir-se a alto nível e demonstrando superior autoridade liderou de fio a pavio a competição. Embora o grande globo seja já algo inalcançável e depois da estupenda demonstração de força, o nórdico é, salvo melhor opinião, o principal favorito para arrecadar o globo de voos de esqui, tendo oportunidade para conquistar mais um par de triunfos.

    A DESILUSÃO

    Ryoyu Kobayashi – Numa fase em que se esperava e exigia demonstrasse igual aptidão para grandes voos, foi nestes mundiais, porventura que viveu a semana mais negativa da época. Revelando sempre incapacidade para ombrear com noruegueses e eslovenos, Ryoyu terá de erguer a cabeça, respondendo a grande altura já na próxima etapa. O nipónico de 25 anos não poderá dar-se ao luxo de quebrar, pois germânicos e  noruegueses podem evitar a conquista do globo de cristal por parte do samurai. Será Ryoyu capaz de deixar os oponentes de olhos em bico?

    Agora, até aos saltos em Oberstdorf! E já sabe, fique bem,
    fique na companhia do Bola na Rede.

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    Diogo Rodrigues
    Diogo Rodrigueshttp://www.bolanarede.pt
    O Diogo é licenciado em Ciências da Comunicação pela Universidade Lusófona do Porto. É desde cedo que descobre a sua vocação para opinar e relatar tudo o que se relaciona com o mundo do desporto. Foram muitas horas a ouvir as emissões desportivas na rádio e serões em família a comentar os últimos acontecimentos/eventos desportivos. Sonha poder um dia realizar comentário desportivo e ser uma lufada de ar fresco no jornalismo. Proatividade, curiosidade e espírito crítico são caraterísticas que o definem pessoal e profissionalmente.
    Bola na Rede