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Lindvik

Lindvik voa para a eternidade | Voos de Esqui

Depois do Raw Air, e antes da reta final da Taça do Mundo de Saltos de Esqui, os destemidos homens “pássaro” rumavam a um dos mais imponentes trampolins de voos de Esqui do Mundo. Localizado na Noruega, o “monstro” dava pelo nome de Vikersundbakken com 240m, um K-Point localizado aos 200, contava com um recorde, distância já mais voada por alguém fixada por Stephan Kraft em 2017 nos 253.5m.

De referir que este fim-de-semana seria de interregno na Taça do Mundo, abrindo lugar à disputa dos Mundiais de voos de Esqui, uma especialidade que não é para todos, pois, existem atletas talhados para este tipo de estruturas que não atingem a mesma qualidade em trampolins de menor envergadura.

Destacar ainda que o evento seria composto por quatro rondas de saltos, duas em cada dia, contando com 40 atletas nas duas primeiras, sendo que para o dia das decisões apurar-se-iam os melhores 30, após os dois primeiros saltos.

KRAFT MANTINHA A EMBALAGEM

Com apenas 45 atletas a tentarem carimbar lugar na disputa pelo céptro de campeão do Mundo, quem entrava como terminara era Kraft. Este mantinha a boa forma após a vitória no Raw Air e com 230m colocava a concorrência em sentido! Com a segunda melhor marca aparecia Hayboeck, que apesar das poucas provas entre a elite no decorrer da temporada, era sempre um nome a ter em conta e averbando mais três metros que o compatriota, mas mais penalizados tecnicamente, ia prometendo uma gracinha!

Lanisek anotando 221m, confirmava a apetência eslovena para os voos de Esqui ocupando o terceiro posto. Ainda dentro dos cinco mais, anotando respetivamente 225.5m e 228m tínhamos Domen Prevc e Lindvik. De destacar também os 221.5 rubricados por Geiger, sexta melhor marca, assim como os 213m da autoria de Kubayashi, nono registo.

Isto num dia em que nomes como: Stoch, Eisenbichler, Tand e Huber iam demonstrando não atinar com a estrutura, necessitando melhorar muitíssimo por forma a discutir medalhas.

FAVORITOS DESCOLAM PREMATURAMENTE

Com a presença de vento a concretizar-se e de que forma, diga-se algo mais que normal em trampolins desta grandeza, quem ia liderando concluída a primeira etapa era Lindvik, somando 232.5m, mais dois metros e meio que Lanisek.

No terceiro posto e voando uma dezena de metros mais, mas executados de um portão bem mais alto, víamos Zajc, com a ronda inicial a confirmar que as nações especialistas iam estando bem representadas na frente. Johansson e o mais velho dos Prevc, Peter, também se exibiam a  um nível que os mantinha a sonhar de perto com as medalhas, tal como Kraft em sexto.

Quanto aos dois melhores da geral da Taça do Mundo, estavam longe de impressionar, com a distância para o topo a ser já significativa: o nipónico não fazia melhor que a 14.ª posição, enquanto que o germânico o superava em três postos. Bem pior e já arredado de qualquer possibilidade de êxito ficava Eisenbichler, 24.º registando uns míseros 185m.

O Diogo é licenciado em Ciências da Comunicação pela Universidade Lusófona do Porto. É desde cedo que descobre a sua vocação para opinar e relatar tudo o que se relaciona com o mundo do desporto. Foram muitas horas a ouvir as emissões desportivas na rádio e serões em família a comentar os últimos acontecimentos/eventos desportivos. Sonha poder um dia realizar comentário desportivo e ser uma lufada de ar fresco no jornalismo. Proatividade, curiosidade e espírito crítico são caraterísticas que o definem pessoal e profissionalmente.

O Diogo é licenciado em Ciências da Comunicação pela Universidade Lusófona do Porto. É desde cedo que descobre a sua vocação para opinar e relatar tudo o que se relaciona com o mundo do desporto. Foram muitas horas a ouvir as emissões desportivas na rádio e serões em família a comentar os últimos acontecimentos/eventos desportivos. Sonha poder um dia realizar comentário desportivo e ser uma lufada de ar fresco no jornalismo. Proatividade, curiosidade e espírito crítico são caraterísticas que o definem pessoal e profissionalmente.

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