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A segunda vez de João Barbosa

Rodrigo Fernandes · 2 min

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João Barbosa está longe de ser o piloto português com mais nome em Portugal, e isto pode comprovar-se pelo facto de não ter uma página em português no primeiro local onde se procura informação quando se quer começar a investigar alguma coisa. Sim, estou a falar na Wikipédia, onde apenas existem, para este piloto, páginas em inglês, espanhol, francês, alemão e finlandês. Como tal, vou começar o artigo a fazer uma pequena apresentação do piloto.

João Barbosa nasceu no Porto, a 11 de março de 1975. Em 1995, foi correr para Itália, depois de ser campeão nacional da Formula Ford de 1994. Depois de dois anos com bons resultados nesse país, e de um teste com a Minardi, em 1996, mudou-se para os Estados Unidos, onde se mantém atualmente com grande sucesso.

Mas este artigo é para abordar a segunda vitória de João Barbosa em Daytona, e é isto que vou fazer a partir de agora. Na prova de resistência (24 horas) norte americana, o portuense fez equipa com o francês Sébastien Bourdais – destaco o facto de se chamar Sébastien, como outras figuras de destaque do automobilismo – e com o brasileiro Christian Fittipaldi, que estiveram ao volante de um Corvette da equipa Action Express.

João Barbosa e o carro que levou à vitória.  Autosport.pt
João Barbosa e o carro que levou à vitória.
Fonte: Autosport.pt

Apesar de ser uma prova de resistência, a emoção durou até ao fim, com a vitória a ser obtida apenas com 1,5 segundos de vantagem sobre o segundo classificado da prova. Foi João Barbosa que cortou a meta e quem teve de controlar os ataques de Wayne Taylor, que aproveitou a entrada do safety car para recuperar a diferença de tempo que tinha para o carro do português.

Houve ainda mais dois portugueses em prova. Pedro Lamy conduziu um Aston Martin Vantage GTE da equipa oficial, terminando em oitavo na classe GTLM (GT Le Mans), enquanto Filipe Albuquerque ficou em quinto na categoria GTD (GT Daytona). Albuquerque esteve ao volante de um Audi R8 LMs.

Esta foi mais uma grande vitória do portuense, que repete o triunfo de 2010, algo que o confirma como um dos melhores pilotos de resistência do mundo.

Rodrigo Fernandes

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