Última horaRoberto Martínez encantado com futebolista: «É isso que uma estrela faz. Foi como ver Maradona»
Publicidade

Antevisão GP Países Baixos: Max, Max, Max, Super Max

Duarte Amaro · 3 min

Antevisão GP Países Baixos: Max, Max, Max, Super Max
Foto: Red Bull Racing

Vê mais Bola na Rede no teu Discover Seguir no Google

modalidades cabeçalho

A ANTEVISÃO: EM CASA, VERSTAPPEN VOOU MAIS ALTO QUE LECLERC E GARANTIU A POLE POSITION

A Fórmula 1 está de volta aos Países Baixos pelo segundo ano consecutivo, depois de, no ano passado, ter encerrado um intervalo de 36 anos sem qualquer corrida neste circuito. Zandvoort recebe assim a décima quinta prova do campeonato, liderado por Max Verstappen que cada vez mais se distancia da concorrência.

O dia de ontem começou animado para os rapazes da Mercedes que cravaram os melhores tempos na primeira sessão de treinos livres, ao fazerem o 1-2 com Russell e Hamilton, respetivamente. Esta boa performance dos Mercedes estendeu-se ao longo do dia com Hamilton a ficar a menos de uma décima de Leclerc, na segunda sessão de treinos. Sessão que a Ferrari acabou por dominar, com o monegasco e Sainz a ocuparem as duas primeiras posições. Max Verstappen acabou por rodar pouco nestas duas sessões, muito por culpa de um problema no seu monolugar na primeira sessão.

A manhã de sábado começou como a tarde de sexta findou. Ferrari e Mercedes muito bem, onde Charles voltou a ser o piloto mais rápido em pista, seguido do britânico George Russell da Mercedes.

As sessões de treino perspetivavam um fim-de-semana bastante animado com os dez primeiros carros a caberem no espaço temporal de um segundo.

Com o início da qualificação ficámos logo a perceber que a perspetiva vinda dos treinos estava correta. Uma luta bastante animada na frente com Max Verstappen a cravar o melhor tempo da Q1, seguido de Lewis Hamilton (+0.014) a fazer lembrar a temporada passada. Sessão onde dezoito dos vinte carros ficaram separados por menos de um segundo. De fora acabaram por ficar Latifi, Vettel, Ricciardo, Magnussen e Bottas.

Já na segunda sessão de qualificação, Carlos Sainz levou a melhor perante os demais fazendo a melhor volta da sessão. A grande surpresa foi a eliminação dos dois Alpine, bem como as passagens de Tsunoda, Stroll e Schumacher à Q3. De fora ficaram ainda Albon, Zhou e Gasly.

Na decisão da pole position para a corrida de amanhã, Verstappen voltou a dizer presente e, em casa, voou um pouco mais alto que Leclerc para garantir o primeiro lugar da grelha de partida. O monegasco ficou muito perto do neerlandês (+0.021) com o seu companheiro de equipa, Carlos Sainz a fechar o pódio. Um despiste de Sergio Perez na última tentativa de qualificação acabou por impedir os Mercedes de lutar pela pole.

Num resumo geral, creio que este fim-de-semana será muito animado, se o ritmo de qualificação se verificar na corrida de amanhã.

Foto de Capa: Red Bull Racing

EQUIPA A TER EM CONTA

Mercedes – Se em Spa a Mercedes tinha ficado muito distante quer da Red Bull, quer da Ferrari, neste fim-de-semana mostraram uma grande melhoria e, principalmente uma boa notícia: conseguiam lutar pela pole. Uma surpresa agradável tendo em conta aquela que tem sido a prestação da equipa liderada por Toto Wolff.

PILOTO QUE PODERÁ SURPREENDER

Lewis Hamilton – É certo que Sergio Perez acabou por tirar a Hamilton a possibilidade de lutar pela pole, contudo o britânico mostrou um ritmo incrível durante todas as sessões e creio que amanhã, caso mantenha o ritmo de hoje, poderá lutar pela vitória.

Artigo revisto por Joana Mendes

Duarte Amaro

Redação Bola na Rede · ver artigos

Continua a ler

as mais recentes
Opinião

Marco Silva devolveu ao Benfica o direito a sonhar

O Benfica foi o único dos candidatos ao título em Portugal a trocar de treinador. Tal mexida foi provocada pela saída de José Mourinho para o Real Madrid, embora a continuidade do setubalense não agradasse a todos, dada a prestação abaixo do esperado durante 2025/26. Rui Costa e a cúpula da estrutura sabiam que tinham de trazer um técnico capaz de convencer a exigente massa adepta. Na Luz, é impossível que exista um consenso, mas o antigo número 10 estava obrigado a conseguir agradar a uma vasta maioria. A escolha recaiu em Marco Silva, seduzido pelo facto de poder orientar o clube do coração. O regresso do timoneiro a Portugal foi facilitado pelo facto de o seu contrato com o Fulham ter chegado ao fim. Para muitos, foi um passo atrás. O treinador era uma figura consolidada na Premier League e podia atingir um outro patamar dentro de Inglaterra.

Ricardo João Lopes · 8 min de leitura
Ler a crónica

Newsletter Bola na Rede

Estamos a preparar a newsletter do Bola na Rede. Deixa o teu email e és dos primeiros a recebê-la. Sem spam.

Feito. Ficas na lista e avisamos-te quando arrancar.