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GP Canadá: Assim também se fazem os campeões

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A CORRIDA: VERSTAPPEN CONFIRMOU AS EXPETATIVAS E VENCEU, MAS TEVE DE SUAR (E MUITO)

Max Verstappen venceu o Grande Prémio do Canadá. Se nos ficarmos por aqui, o resultado parece óbvio, com o neerlandês a ser de facto favorito. Mas o campeão do Mundo teve de suar bastante para garantir este triunfo. A corrida teve um pouco de tudo, com grandes performances de pilotos, mas acabou por ser o neerlandês a aguentar a pressão de Carlos Sainz para vencer e alargar a vantagem na frente do campeonato.

Mas, começando pelo arranque, Verstappen não se deixou intimidar pela presença de Fernando Alonso na primeira linha da grelha e arrancou bem, com Alonso a manter Sainz atrás de si no começo. Sainz rapidamente fez uso do melhor carro que tem, utilizando o DRS para passar o Alpine na quarta volta. E na oitava volta, a primeira contrariedade para a Red Bull: Sergio Pérez teve uma avaria no seu Red Bull (grande rombo nas suas aspirações numa eventual luta pelo título) e provocou um safety car virtual. Verstappen parou para trocar de pneus, Sainz e Alonso mantiveram-se em pista.

Na volta 20, novo safety car virtual, devido a novo problema mecânico (desta vez, Mick Schumacher, que continua sem pontuar na Fórmula 1). Sainz parou, Alonso não, com a Alpine a parecer ter perdido o timing para trocar os seus pneus ao seu piloto. Passava a ser uma luta a dois pela vitória, com Sainz com pneus muito mais frescos (11 voltas) do que Verstappen. Verstappen voltou a parar na volta 44, saindo atrás de Lewis Hamilton, mas rapidamente recuperou posição ao piloto da Mercedes. Até que a corrida, que já estava a ser animada até este ponto, animou ainda mais à volta 50.

Yuki Tsunoda teve um incidente bizarro, acabando por bater no muro quando saía da box para trocar de pneus. Sainz aproveitou a borla do safety car para trocar de pneus, saindo atrás de Verstappen, mas sabia que estaria bastante próximo do Red Bull quando a corrida recomeçasse, e com pneus mais frescos. Quando a corrida retomou, Sainz fez tudo o que pôde, colocando enorme pressão em cima de Verstappen, mas o neerlandês não cedeu nunca e cruzou a meta em primeiro lugar, com vantagem de menos de um segundo para o espanhol.

Mas, como disse, houve muitas performances dignas de registo, e a Mercedes é uma das equipas que pode estar orgulhosa com o que fez hoje. Numa das suas melhores corridas este ano, a equipa conseguiu colocar Lewis Hamilton em terceiro e George Russell logo atrás, em quarto. Charles Leclerc veio logo a seguir, numa corrida que, apesar de acabar num resultado que o afasta ainda mais de Verstappen no campeonato, merece o seu próprio destaque.

O monegasco, que começou em 19.º, conseguiu subir ao sexto lugar no primeiro stint, até que ficou preso atrás de Esteban Ocon e foi à box trocar de pneus. Uma paragem lenta fê-lo sair atrás de tráfego, mas ainda conseguiu ultrapassar os dois Alpine para terminar em quinto. E por falar na Alpine, Alonso acabou por ter uma corrida ligeiramente abaixo das expetativas, sobretudo tendo em conta a posição inicial. O espanhol teve um primeiro stint longo, perdendo para aqueles que pararam debaixo dos safety cars, e terminou em sétimo, atrás do colega de equipa. Valtteri Bottas, de resto, não acabou nada longe de ambos os pilotos da Alpine, mas ficou-se pelo oitavo lugar. Zhou Guanyu amealhou mais dois pontos com uma boa corrida, com Lance Stroll, que partiu de 17.º, terminou em décimo na sua corrida caseira.

Foto de Capa: Red Bull Racing

O Bernardo é licenciado em Comunicação Social (jornalismo) na Universidade Católica de Lisboa e está a terminar uma pós-graduação em Comunicação no Futebol Profissional, no Porto. Acompanha futebol atentamente desde 2010, Fórmula 1 desde 2018 e também gosta de seguir ténis de vez em quando. Pretende seguir jornalismo desportivo e considera o Bola na Rede um bom projeto para aliar a escrita ao acompanhamento dos desportos que mais gosta.

O Bernardo é licenciado em Comunicação Social (jornalismo) na Universidade Católica de Lisboa e está a terminar uma pós-graduação em Comunicação no Futebol Profissional, no Porto. Acompanha futebol atentamente desde 2010, Fórmula 1 desde 2018 e também gosta de seguir ténis de vez em quando. Pretende seguir jornalismo desportivo e considera o Bola na Rede um bom projeto para aliar a escrita ao acompanhamento dos desportos que mais gosta.

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