📲 Segue o Bola na Rede nos canais oficiais:

Renault F1: Dores de crescimento

- Advertisement -

Renault F1, um nome cheio de história no mundo da Fórmula 1 desde os anos 80. Pioneiros na ascensão das motorizações turbo com o seu RS01 em 1977, campeões múltiplas vezes com os seus fantásticos V10 na parte de trás dos Williams dos anos 90, destronaram a máquina Schumacher/Ferrari, sendo campeões mundiais como equipa de fábrica em 2005 e 2006. Hoje, 15 anos após o primeiro título, a equipa francesa vive rodeada de pontos de interrogação sobre a falta de performance em 2019, e sobre o futuro.

Após um fantástico quarto lugar em 2018 no campeonato de construtores, os holofotes ficaram apontados para a Renault, à espera que fossem capazes de dar o salto para fora do segundo pelotão, e juntar-se às equipas da frente, porém, as coisas não correram de feição, e terminaram 2019 em quinto lugar, atrás da sua única equipa cliente, a Mclaren Renault.

2016, o regresso com um K-Mag e Jolyon Palmer ao volante, e um nono lugar no campeonato
Fonte: Formula 1

Esta estagnação foi estranha, porque em 2016, quando regressaram à Fórmula 1 como equipa de fábrica, os resultados desapareceram, mas foram subindo posições ano após ano para chegarem ao tão aclamado lugar de “best of the rest”, e com uma aposta portentosa em pilotos de topo, com uma equipa de Nico Hulkenberg e Daniel Ricciardo, subir era a única opção.

Contudo, algo não funcionou. O carro era inconsistente, em certos dias era capaz de acompanhar o top três, e noutros dias era incapaz de sair da Q1. Muitas culpas foram colocadas nos polémicos pneus de 2019, que com a sua margem de temperatura ideal muito ténue, foram prejudiciais para várias equipas da grelha. Nico Hulkenberg também se mostrou uns furos abaixo do que tinha demonstrado em 2018, e foi facilmente batido pelo seu colega de equipa, Daniel Ricciardo, que apesar de todos os problemas, se adaptou muito rápido à equipa e mostrou não ser só um mestre de ultrapassagens, mas também um piloto muito consistente e ponderado.

Em 2012 a equipa não era oficialmente Renault, mas o nome Lotus era só um disfarce. Último grande ano da equipa
Fonte: Fórmula 1
Luís Manuel Barros
Luís Manuel Barros
O Luís tem 21 anos e é de Marco de Canavezes, tem em si uma paixão por automobilismo desde muito novo quando via o Schumacher num carro vermelho a dominar todas as pistas por esse mundo fora. Esse amor pelas 4 rodas é partilhado com o gosto por Wrestling que voltou a acompanhar religiosamente desde 2016.                                                                                                                                                 O Luís escreve ao abrigo do novo Acordo Ortográfico.

Subscreve!

Artigos Populares

Jovem do Manchester United responde a críticas de Ruben Amorim… e apaga a publicação

Harry Amass não gostou que o português dissesse que ele estava a sentir dificuldades no empréstimo e postou uma foto com o prémio de melhor jogador do mês. O arrependimento veio logo a seguir.

Fiorentina em ‘blackout’ e escoltada pela polícia após nova derrota

A Fiorentina continua sem vencer na Serie A e a direção decretou silêncio total e estágio no centro de treinos.

Gary Neville compara polémica de Mohamed Salah à saída de Cristiano Ronaldo do Manchester United: «Cristiano Ronaldo fez isso e eu não gostei nada»

Gary Neville comentou a atitude de Mohamed Salah, admitindo que os melhores do mundo têm uma mentalidade diferente, mas criticou o comportamento.

Basquetebol: Ex-NBA deixa o FC Porto ao fim de quatro meses

Axel Toupane chegou com estatuto de estrela, mas a ligação termina de forma repentina. O extremo francês fez apenas 10 jogos pelo FC Porto.

PUB

Mais Artigos Populares

José Boto fecha a porta a saída e confirma renovação com o Flamengo: «Está tudo encaminhado para renovar»

José Boto colocou um ponto final na especulação. Apesar do interesse, o português garante que o novo contrato está apenas dependente de detalhes.

Takehiro Tomiyasu é reforço do Ajax a custo zero

Takehiro Tomiyasu, defesa internacional japonês, ex-Arsenal, assinou um contrato de seis meses com o Ajax.

PSG interessado em médio francês por quem exigem 60 milhões de euros

Ayyoub Bouaddi agrada aos donos do PSG, mas o Lille só aceita libertar o jogador por uma quantia próxima dos 60 milhões.