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O título pode parecer paradoxal. Afinal, é verdade que George Russell ainda não chegou aos pontos enquanto piloto de Fórmula 1. Porém, existem dados e diversas provas que fazem do britânico a maior aposta para se tornar a cara da competição a médio/longo prazo.

O domínio começou desde tenra idade, nas categorias inferiores do karting. Aos 11 anos, George já tinha conquistado um campeonato nacional de Cadetes e foi sendo promovido de escalão em escalão. O talento fez com que a evolução surgisse naturalmente e até venceu diversas competições contra nomes como Max Verstappen e Esteban Ocon.

Em 2014, o inglês subiu ao escalão de Fórmula 4 e desde logo se sagrou campeão. No entanto, foi na Fórmula 3 que George Russell sentiu que poderia ter o futuro em risco. Sem patrocínios e com as poucas possibilidades dos pais, o jovem continuou com muito esforço, mas depressa encontrou solução para os problemas.

A recém-criada academia da Mercedes-AMG aproveitou a situação e confiou no piloto. Depressa a aposta foi considerada um tiro certeiro da equipa alemã, que pelo meio “emprestou” o jovem à Force India para correr em treinos livres. Depois de brilhar nas primeiras voltas com um carro da F1, era certo que mais tarde ou mais cedo esse seria o seu lugar.

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No meio do caminho até ao sonho de chegar à categoria principal estava uma época na Fórmula 2. Além de ser anunciado como piloto reserva da Mercedes, George também competia pela ART, onde dominou e quebrou diversos recordes da categoria de F2. Apesar da feroz competitividade, o britânico sagrou-se campeão.

Os 287 pontos conquistados bateram o anterior máximo de Charles LeClerc. No último Grande Prémio, em Abu Dhabi, o britânico também empatou o feito do monegasco no número de grandes prémios vencidos (sete). A qualidade foi demonstrada, mas faltava um lugar no carro dos sonhos.

Foto de capa: Williams Racing

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