Última horaManchester United pode provocar ‘terramoto’ no que diz respeito aos treinadores: eis o alvo dos red devils
Publicidade

GP Toscânia: Mamma mia, Mugello!

Angelina Barreiro · 3 min

GP Toscânia: Mamma mia, Mugello!
Foto: Formula 1

Vê mais Bola na Rede no teu Discover Seguir no Google

Il Grande Premio della Toscana Ferrari 1000 2020, ou, como se poderá abreviar apenas por GP da Toscânia, apresentou-se pela primeira vez no circuito mundial da Fórmula 1, na pista de Mugello.

A CORRIDA: HABEMUS DUAS BANDEIRAS À FERRARI!

Cos’è successo qui? Devem perguntar-se os italianos. A emoção parecia ser tanta, que, logo nas primeiras nove voltas, já havia sete desistências, dois acidentes envolvendo quatro carros cada, dois safety car e, como não poderia deixar de ser, a bandeira vermelha.

Logo na primeira curva, Max Verstappen (Red Bull) é apanhado por Kimi Raikkonen (Alfa Romeo) que acaba por embater em Pierre Gasly (AlphaTauri) e Romain Grosjean (Haas). Só Romain Grosjean e Kimi Raikkonen é que conseguem sair impunes do incidente.

À saída do primeiro safety car, aquilo que parecia uma pura distração de Antonio Giovinazzi (Alfa Romeo), levou o italiano a embater em Kevin Magnussen (Haas), que, mais uma vez, apresenta o efeito dominó em Carlos Sainz (McLaren) e Nicholas Latifi (Williams), que leva a retirar todos os carros envolvidos.

Após cerca de 30 voltas sem grandes surpresas, é na volta 44 que surge o terceiro safety car da corrida, aquando de um furo no pneu de Lance Stroll (Racing Point) que, na luta pelo terceiro lugar de Daniel Ricciardo (Renault) acaba por sair de pista e embater violentamente, ressurgindo, assim, a segunda bandeira vermelha do dia.

No final desta corrida de loucos, acaba por ser a Mercedes a dominar, com Lewis Hamilton a garantir a sua 90.º vitória da carreira, seguindo-se o seu colega de equipa Valtteri Bottas e, para terminar o pódio, temos Alex Albon (Red Bull) que conquista, FINALMENTE, o seu primeiro pódio da carreira na Fórmula 1.

Pertíssimo do pódio, Daniel Ricciardo (Renault) acaba em quarto lugar, com Sergio Perez (Racing Point) a fechar o top 5.

Para finalizar o top 10, temos Lando Norris (McLaren), Daniil Kvyat (AlphaTauri), Charles Leclerc (Ferrari), Kimi Raikkonen (Alfa Romeo), e Sebastian Vettel (Ferrari). Esteban Ocon (Renault) é forçado a retirar o seu carro, e assim, a corrida acaba com um total de oito abandonos e 12 carros em pista.

Mugello apresentou-se como uma pista firme, mas, mais do que isso, a primeira corrida deste circuito vai ficar na História como uma das corridas mais aparatosas dos últimos anos, com o drama à flor da pele e o coração nas mãos de quem viu.

Foto de Capa: Formula 1 

PILOTO DO DIA

Alexander Albon (Red Bull) – Seria Daniel Ricciardo se conseguisse o seu primeiro pódio na Renault, ou seria George Russell se conseguisse os seus primeiros pontos na Fórmula 1. E falando em primeiros, é Alex Albon que fica com o dístico de piloto do dia, por conseguir, exatamente, o seu primeiro pódio a cargo da Red Bull, e da Fórmula 1.

DESILUSÃO DO DIA

Max Verstappen (Red Bull) – Numa corrida com muitos incidentes de pista, escolher uma desilusão do dia não foi fácil. Porém, Max Verstappen acaba por ser a desilusão, não por ter culpa do que aconteceu, mas mais pelo facto de esperarmos uma corrida boa do piloto holandês, e, logo na primeira curva, não ter acontecido.

Angelina Barreiro

Redação Bola na Rede · ver artigos

Continua a ler

as mais recentes
Opinião

A ligação do Celtic à cidade de Lisboa e a rumaria ao Jamor (1967)

A edição 2026/27 da UEFA Europa League marca o regresso do Celtic a Portugal, em especial à cidade de Lisboa. Onde já foi feliz e conquistou o maior título do seu palmarés: a Taça dos Campeões Europeus 1966/67. O momento é ainda mais histórico quando se olha para o histórico dos bhoys no nosso país. O Celtic jogou no nosso país por 13 vezes (12 contra equipas portuguesas) e venceu por três ocasiões. Duas das mesmas foram contra equipas lusas, ao Boavista (1-0 em 2002/03) e Vitória SC (2-1 em 1998/99). Na capital foi sempre derrotado por Benfica (quatro vezes) e Sporting (duas vezes). A exceção foi mesmo no dia 25 de maio de 1967.   Perante um Portugal ainda assombrado pela ditadura do Estado Novo, mas ainda assim anfitrião da final da competição, foi no Estádio do Jamor que se presenciou uma das mais épicas finais de sempre da Taça dos Campeões Europeus. Frente a frente com o Celtic estava o Inter de Milão. O estatuto de ambos não podia ser mais diferente. Enquanto os escoceses estavam numa final da Taça dos Campeões pela primeira vez, os italianos já eram bicampeões (venceram a competição em 1964 e 1965). Tal como era a primeira vez que uma equipa britânica estava na final, em contraste com os italianos que já a tinham vencido por três vezes (AC Milan em 1963 além das duas eterno rival da mesma cidade).

Jorge Afonso · 3 min de leitura
Ler a crónica
Opinião

Entrada à guerreiro na Dinamarca | FC Copenhaga x Braga

Tem início esta quinta-feira (dia 15 de outubro), a sexta edição da UEFA Conference League. Sinónimo de começo da caminhada da única equipa portuguesa na competição. O Braga desloca-se à Dinamarca para defrontar o Copenhaga. Duas equipas que têm um percurso semelhante na Conference League até ao momento. Ambas tiveram acesso à mesma através da passagem de três eliminatórias, os dois emblemas venceram quatro jogos e empataram dois e procuram agora entrar na competição com uma vitória. Se Copenhaga e Braga têm ambições a fazer um percurso europeu notável, o único aspeto que separa as duas equipas a nível interno. Se uma é já uma tradicional candidata ao título no seu país, a outra ainda está um patamar atrás dos tradicionais (três) candidatos. Entrar a ganhar na Conference League é muito importante para a equipa de Carlos Vicens começar um novo ciclo de bons resultados. Ocupando atualmente o sétimo lugar na Liga Portuguesa tendo mais jogos não ganhos (quatro) do que ganhos (três) e tendo tantos golos sofridos como marcados (oito cada), é relevante para os bracarenses reverter a situação o quanto antes. Dentro da própria equipa, a situação não aparenta estabilidade total. Se é verdade que o modelo tático é o mesmo desde a época passada e as próprias opções, que são múltiplas para cada posição, têm tido utilização regular, também é verdade que Vicens ainda não repetiu totalmente um onze de um jogo para outro. De jogo para jogo, tem existido praticamente uma alteração por setor, existindo sempre alguma incerteza nas opções e são poucos os que em condições normais são considerados "titulares indiscutíveis".

Jorge Afonso · 7 min de leitura
Ler a crónica

Newsletter Bola na Rede

Estamos a preparar a newsletter do Bola na Rede. Deixa o teu email e és dos primeiros a recebê-la. Sem spam.

Feito. Ficas na lista e avisamos-te quando arrancar.