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A temporada de 2020 nem começou e já estamos a falar na temporada de 2021, com o ‘culpado’ a ser Sebastian Vettel e a sua não renovação com a Ferrari. O alemão vai sair assim da equipa italiana após cinco anos, dos quais não conseguiu concretizar o sonho de ser campeão do mundo. Um campeonato em 2020 seria a cereja no topo do bolo.

Mas não estou aqui para falar de Sebastian Vettel, mas sim para falar de Daniel Ricciardo. A movimentação de Vettel fez com que a Ferrari fosse buscar Carlos Sainz à McLaren, com a equipa britânica a ir buscar Daniel Ricciardo à Renault.

Daniel Ricciardo chegou à Fórmula 1 em 2011, pela mão da HRT, quando substituiu Narain Karthikeyan por 11 Grandes Prémios. Depois da experiência na HRT, chegou a Toro Rosso, pois Ricciardo já fazia parte do programa júnior da Red Bull Racing.

Dois anos na Toro Rosso, com o companheiro de equipa de Ricciardo a ser Jean-Éric Vergne e a chegada à equipa principal em 2014, na qual ofuscou Sebastian Vettel, que vinha de quatro campeonatos consecutivos.

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Na Red Bull, vieram os melhores anos do australiano. Sete vitórias em Grandes Prémios, três pole position, com o circuito do Mónaco a ser das melhores pistas, com uma vitória, duas pole position, quatro pódios e uma volta rápida. No final de 2018, a Red Bull, que já vinha há algum tempo a ser muito crítica do motor Renault, mudou-se para a Honda. E o chefe de equipa da Renault, Cyril Abiteboul, foi buscar o australiano, num acordo extremamente benéfico para Ricciardo.

Mónaco é o paraíso para Daniel Ricciardo
Fonte: Red Bull Racing
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