Há cerca de ano e meio, em conversa com o Mário Cagica, calhou falarmos sobre CM01/02, ou Championship Manager 01-02, em Tó Madeira, e em fazer algo sobre o mesmo aqui no Bola na Rede.
Na altura, seguia o trabalho que o Ian Macintosh fazia (e faz) no Set Pieces, e onde começou um projeto no Everton FC na tentativa de o levar à glória em Terras de Sua Majestade.
Daí, surgiu um artigo sobre um onze composto pelas grandes pérolas do jogo, onde Portugal estava em destaque, com alguns jogadores nacionais a serem vistos como verdadeiros “Deuses” do simulador. Hugo Pinheiro, os “manos” Paralta e Tó Madeira são figuras incontornáveis do jogo lançado no primeiro ano do novo milénio e que ainda hoje ecoam no mundo virtual.
O início do projeto no CM0102 foi marcado por altos e baixos, mas a chegada de duas “Superstars” ao José Gomes voltou a colocar as esperanças e as exigências em altas…
Para Vítor, os domingos da sua infância eram passados no velhinho Alvalade, com jogos das camadas jovens de manhã, modalidades na nave e futebol sénior ao final da tarde.
Trent Alexander-Arnold falou após o Benfica x Real Madrid, da primeira-mão dos playoffs da Champions League. O lateral inglês comentou a polémica com Vinícius Júnior.
A imprensa espanhola defendeu Vinícius Júnior no caso de acusações de racismo a Gianluca Prestianni. O brasileiro foi descrito como «Executor e Vítima».
A UEFA já emitiu um comunicado sobre a acusação de racismo entre Vinícius Júnior e Gianluca Prestianni e garantiu que os relatórios de jogo já estão a ser analisados.
Luisão garantiu que a ação entre Vinícius e Gianluca Prestianni conteve um ato de racismo. O antigo capitão do Benfica afirmou estar envergonhado com a situação.