Publicidade

CS:GO | Maior surpresa e maior desilusão das primeiras fases do Major

Henrique Silva · 3 min

Major
Foto: Copenhagen Flames

Vê mais Bola na Rede no teu Discover Seguir no Google

Comentários (2)

O primeiro Major em dois anos tem sido carregado de grandes emoções, com imensas surpresas.

As melhores equipas, na teoria, apenas apareceram na The New Legends Stage, mas organizações como Astralis, Heroic, FaZe, entre outras, começaram antes, na The New Challengers Stage, e tiveram de jogar a primeira fase do torneio.

Hoje, no dia 2 de novembro, três jogos se realizarão para determinarem as últimas três equipas a seguirem para o The New Champions Stage que são, na prática, os play-offs da competição. Equipas como Vitality, Ninjas in Pyjamas e FaZe Clan terão o seu teste de fogo no último jogo, à melhor de três mapas.

Em uma competição com tantas surpresas, é natural que existissem algumas desilusões e, neste Major, não faltaram.

A maior desilusão de todas as equipas é a Team Liquid. Partiam como favoritos para chegarem aos play-offs da competição e têm grandes jogadores como EliGE, FalleN ou NAF. Entraram diretamente na The New Legends Stage e enfrentaram Entropiq, ENCE, FURIA e FaZe.

No primeiro jogo, perderam 16-9 no Vertigo e sem ganharem qualquer parte do jogo – os parciais foram 6-9 e 3-7 para a equipa da zona CIS.

No segundo jogo, tiveram a sua única vitória neste Major, por 16-8 no Dust II. Foi o mapa onde, curiosamente, EliGE foi o que menos matou, já que antes do Major não aparentava estar na sua melhor forma.

No jogo seguinte, defrontaram os brasileiros da FURIA, curiosamente num dos melhores mapas de arT e companhia, Inferno.

Os Liquid tiveram tremendas dificuldades a atacar, chegaram ao intervalo com 7-8, e ainda mais dificuldades a defender, FURIA fechou o jogo com facilidade, num parcial de 8-2. Os Liquid ficaram, assim, com um resultado de 1-2, nesta fase da competição.

No seu último jogo, enfrentaram os europeus da FaZe. No primeiro mapa, Inferno, tiveram ainda mais dificuldades a atacar, chegando ao intervalo a perder 11-4. Na segunda metade, os FaZe fecharam o mapa sem muitas dificuldades.

No último mapa, foi o mais emocionante da equipa norte-americana até então. O jogo foi a prolongamento e após uma grande performance de Broky, dos FaZe, os Liquid perdem o jogo e, consequentemente, são eliminados do Major.

Quanto à maior surpresa, é complicado escolher entre Copenhagen Flames e Entropiq.

A equipa dinamarquesa começou a competição por limpar a equipa da Astralis, maior vencedora de Majors na história do jogo, por 16-6. Terminaram a primeira fase com o resultado de 3-0, após vencerem BIG e Heroic. Na The New Legends Stage, perderam com G2 e Heroic, e venceram EG e FaZe. Acabaram por ser eliminados frente aos NIP por 2-1.

Quanto à Entropiq, na primeira fase terminaram com o resultado de 3-1, após terem perdido com BIG e vencerem Astralis, Movistar Riders e Heroic.

Na segunda fase, têm o mesmo resultado que os Copenhagen Flames, venceram Liquid e Gambit (um dos candidatos a vencer a competição), e perderam diante da G2 e da FURIA. Perderam frente a ZywOo e companhia por 2-1, sendo assim arrumados do Major.

São equipas que ninguém esperava que chegassem tão longe, tendo de destaque Roej, por parte dos Copenhagen Flames, uma das revelações deste Major e El1an, por parte da Entropiq.

Foto de Capa: Copenhagen Flames

Artigo revisto por Joana Mendes

Henrique Silva

Redação Bola na Rede · ver artigos

Comentários 2

  1. Rui Coimbra

    Concordo, Team Liquid foi a desilusão, com dois jogadores cheios de experiência (Fallen e Stewie2K), outros dois muito bons jogadores NAF e Elige, (na minha opinião o Elige está entre os 5 melhores jogadores atualmente) e um talento emergente, Grim, que nos torneios anteriores ao major mostrava estar em forma e em evolução. Acho que para esta má prestação foi determinante a seleção de mapas porque a equipa encontra se muito limitada aos mapas de close range (Nuke, Overpass, Inferno) e provavelmente a falta de comunicação pelas condicionantes de estar em LAN.
    Concordo também com a surpresa do Major ser Copenhagen Flames apesar de o único jogo que eu esperava que eles tivessem perdido fosse com os Heroic, uma vez que Astralis e BIG são duas equipas fragmentadas e Movistar Riders ainda não é uma equipa com nível para disputar a fase de Challengers do Major

  2. Rui Coimbra

    Concordo, Team Liquid foi a desilusão, com dois jogadores cheios de experiência (Fallen e Stewie2K), outros dois muito bons jogadores NAF e Elige, (na minha opinião o Elige está entre os 5 melhores jogadores atualmente) e um talento emergente, Grim, que nos torneios anteriores ao major mostrava estar em forma e em evolução. Acho que para esta má prestação foi determinante a seleção de mapas porque a equipa encontra se muito limitada aos mapas de close range (Nuke, Overpass, Inferno) e provavelmente a falta de comunicação pelas condicionantes de estar em LAN.
    Concordo também com a surpresa do Major ser Copenhagen Flames apesar de o único jogo que eu esperava que eles tivessem perdido fosse com os Heroic, uma vez que Astralis e BIG são duas equipas fragmentadas e Movistar Riders ainda não é uma equipa com nível para disputar a fase de Challengers do Major.

Respeita os outros leitores: insultos, spam e discurso de ódio são removidos. Política de privacidade.

Continua a ler

as mais recentes
Sporting

A nova fase do leão | Shakhtar Donetsk x Sporting CP 

Anunciada a saída de Rui Borges do comando do Sporting e com Paulo Fonseca de malas feitas, os verdes e brancos preparam-se para enfrentar o Shakhtar Donetsk, em solo inglês, em embate relativo à quarta jornada da Liga dos Campeões. Ainda na ressaca do primeiro desaire europeu, sofrido em Alvalade diante do LASK por 3-2, os pupilos orientados por Tiago Fernandes, treinador interino que vai constar no banco de Stamford Bridge, apontam as suas fichas ao regresso aos triunfos, numa fase em que vão entrar num ciclo completamente exigente na prova milionária, com encontros marcados com gigantes do futebol europeu.

Inês Flores · 3 min de leitura
Ler a crónica
Benfica

Depois do Halloween, apareceu um Diablito para evitar uma ida do Benfica às bruxas

Uma equipa grande também se faz naqueles jogos mais chatinhos, onde a inspiração se perde nos poros de suor e nada parece correr bem. Será algo do género que Andreas Schjelerup terá ecoado ao intervalo, quando ficou no balneário, ou quando Gianluca Prestianni, talvez já moldado pelo peso do brilhantismo, enfrentou pela frente mais uma muralha de jogadores adversários. Se no final da época for feita uma compilação dos grandes momentos do Benfica, será pouco provável ver muitos lances deste jogo, talvez apenas aquele em que o argentino com um toque de classe fez a bola passar por entre as pernas de Touaizi, perdido no meio de tamanho inconformismo. O retrato geral, não o escondeu Marco Silva, numa dose de realismo que já há muito não se via nos corredores da Luz, foi desinspirado. Felizmente para os encarnados, há Echeverri. Não é o primeiro momento de brilhantismo desmedido do reforço de verão por quem a cláusula de opção de compra já se afigura uma mera formalidade, mas, fosse esse o caso, seria quase poético. Depois de se celebrar o Dia das Bruxas, Halloween para os falantes de inglês, brilhou no Estádio da Luz um Diablito, que impediu Marco Silva de procurar explicações para o tropeço nas bruxas e dissipou qualquer questão sobre os fantasmas do empate que assombraram o Benfica na última época. Quem tem um Joker assim, pode sempre sorrir.

Diogo Ribeiro · 5 min de leitura
Ler a crónica

Newsletter Bola na Rede

Estamos a preparar a newsletter do Bola na Rede. Deixa o teu email e és dos primeiros a recebê-la. Sem spam.

Feito. Ficas na lista e avisamos-te quando arrancar.