Anterior1 de 2Próximo

Cabeçalho modalidadesNo primeiro encontro da fase de grupos da Superfinal da liga europeia de futebol de praia, Portugal teve pela frente uma sempre complicada seleção da Polónia, tendo conseguido vencer por 6-4, resultado algo enganar para o que se passou nos areais de Terracina, entrando com o pé direito na fase decisiva da competição.

O jogo teve um início equilibrado, sem que nenhuma das seleções tivesse conseguido criar grandes oportunidades de perigo.

Aos três minutos de jogo, Torres dispôs de um livre numa posição favorável, mas não conseguiu marcar. Pouco depois, Madjer também teve uma boa ocasião para abrir o ativo. Porém, o remate saiu desenquadrado.

À passagem dos quatro minutos de jogo, após um livre em zona frontal e ainda longe da baliza de Andrade, a Polónia chegou ao primeiro, em virtude de uma recarga vitoriosa de Ziober. Logo a seguir, Jordan esteve perto de restabelecer o empate, mas a defensiva polaca impediu o golo em cima da linha.

Portugal, em desvantagem na partida, respondeu bem e foi à procura do empate e a meio do primeiro tempo, Leo Martins conquistou uma falta em zona perigosíssima e não desperdiçou. Estava feito o 1-1. No entanto, passados alguns segundos, a dupla de arbitragem entendeu que Coimbra fez falta dentro da área de Portugal sobre Friszkemut. O próprio não desperdiçou e com um remate rasteiro, recolocou a Polónia na frente.

Bê Martins esteve em bom plano ao apontar dois golos Fonte: Facebook Bê Martins
Bê Martins esteve em bom plano ao apontar dois golos
Fonte: Facebook Bê Martins

Novamente em desvantagem, a seleção portuguesa tentou responder ao novo golo contra a corrente do jogo. Contudo, a pouco mais de três minutos do intervalo, Andrade não conseguiu chegar a tempo a uma bola perdida no ataque luso e não tivessem sido os seus colegas de equipa e a Polónia teria chegado ao quarto.

A dois minutos e vinte da pausa, bela jogada coletiva de Portugal e Coimbra, ao segundo poste, disse sim a uma bicicleta de Jordan e voltou a empatar a partida.

Terminado o primeiro período, Portugal e Polónia iam empatando a duas bolas. Mal menor para a seleção portuguesa que esteve a perder, de forma injusta, durante grande parte dos doze minutos iniciais e merecia mais do que o empate.

Foi um Portugal a controlar aquele que entrou para a segunda parte, utilizando Andrade para fazer o habitual cinco para quatro, tendo conseguido criar algumas oportunidades. Todavia, apenas conseguiu assustar o guarda-redes polaco.

Aos dezasseis minutos de jogo, no seguimento de uma jogada de portuguesa, Bê Martins ficou a posse a meio campo e aproveitou o espaço que tinha para disparar o esférico para o fundo das redes e colocar Portugal pela primeira vez na frente e dar justiça ao marcador.

Anterior1 de 2Próximo

Comentários