Faltavam seis jornadas para terminar a fase regular da Primeira Divisão de Futsal e agora sem qualquer emoção em plena quadra temos de olhar para aquilo que foi feito. Houve belíssimos jogos, surpresas de equipas e jogadores, começos horríveis e equipas sensação… Enfim, houve um pouco para todos os gostos.

Ainda assim, olhamos ainda muito para aquilo que são os jogos entre os rivais de Lisboa e quando estes jogam com “as restantes equipas”. Contudo, qualidade não falta nas formações por essa «ocidental praia Lusitana» fora e muitos jogadores, que agora envergam camisolas de clubes com outro gabarito, passaram pela seleção e por clubes importantes da modalidade, logo, com muita experiência acumulada.

Há pouco tempo, ouvi uma frase em que se dizia que «os números contam boas histórias» e não podiam ter mais razão. Para uma pessoa tão pouco atenta aos números como eu, ao analisá-los compreendi o grande momento de forma que muitos jogadores estavam e nem imaginava. Deste modo, “os números” tiveram um certo peso naquelas que foram as decisões para a formação deste cinco.

Por isso, trago o cinco ideal sem jogadores dos ditos “grandes” do Futsal português e onde tentei não repetir qualquer formação. Em quadra – ainda que virtual por força de uma pandemia – mistura-se muita experiência, mas também juventude, ou seja, aquela combinação para criar uma equipa “quase” perfeita. Portanto, entraremos em quadra numa tática 1-2-1 onde procurei aproveitar a tremenda qualidade dos alas existentes no nosso campeonato.

Anúncio Publicitário

Devido a um erro na escolha das posições (devidamente alertado pelos nossos leitores), houve duas posições alteradas após a publicação: a de ala direito e a de pivô.