logo-BnR.png

ÚLTIMA HORA:

Um futuro para refletir. Fui alvo de um insulto racista

SL Benfica | Um futuro para refletir

modalidades cabeçalho

Na semana passada, o Sporting sagrou-se bicampeão nacional de futsal, depois de “limpar” o SL Benfica na final do play-off com três vitórias sem resposta.

Pela primeira vez na história, o futsal do Benfica fica duas temporadas consecutivas sem conquistar qualquer troféu. Mas mais preocupante do que isso, parece-me que o futuro mais próximo não traz grandes ventos de mudança para o futsal encarnada.

O futsal do Benfica conquistou apenas dois campeonatos nos últimos nove anos e tem cometido vários erros de gestão e de planeamento ano após ano que têm hipotecado as aspirações do futsal encarnado em cada época.

Nesta temporada, a época do Benfica ficaria marcada pela mudança no comando técnico da equipa: Joel Rocha colocaria um ponto final no seu percurso enquanto treinador do Benfica após sete anos de águia ao peito, nos quais conquistara apenas dois campeonatos, fechando este ciclo de forma tardia.

Para o seu lugar chegaria José Maria Mendez, mais conhecido por Pulpis. Este experiente treinador espanhol passara os últimos anos da sua carreira no sudeste asiático, dado que deixou muitos benfiquistas desconfiados acerca daquilo que poderia dar ao futsal encarnado e se seria capaz de se adaptar a esta realidade.

A pré-temporada ficaria marcada pela condicionante do novo treinador não ter tido boa parte do plantel disponível, devido à ausência de vários jogadores que representaram as respectivas selecções mundiais. Terminada esta época, posso dizer que Pulpis não acrescentou nada de novo ao futsal do Benfica.

Tanto Joel Rocha como Pulpis são treinadores com uma mentalidade conservadora e defensiva e com uma ideia de jogo que, na minha opinião, não é a que mais potencia os jogadores. Nos últimos anos, o jogo ofensivo do futsal do Benfica tem vivido de três coisas: lances de bola parada, saídas rápidas para o contra-ataque e situações após recuperações de bola.

Em organização ofensiva, a equipa sempre teve muitas dificuldades em conseguir criar ocasiões de golo. Na maioria dos casos, só conseguia criar perigo em jogadas com o guarda-redes subido, sendo que a forma como a equipa abusou deste sistema acabou por “viciar” a equipa.

O Tiago é um jovem natural de Montemor-o-Novo, de uma região onde o futebol tem pouca visibilidade. Desde que se lembra é adepto fervoroso do Sport Lisboa e Benfica, mas também aprecia e acompanha o futebol em geral. Gosta muito de escrever sobre futebol e por isso decidiu abraçar este projeto, com o intuito de crescer a nível profissional e pessoal.

O Tiago é um jovem natural de Montemor-o-Novo, de uma região onde o futebol tem pouca visibilidade. Desde que se lembra é adepto fervoroso do Sport Lisboa e Benfica, mas também aprecia e acompanha o futebol em geral. Gosta muito de escrever sobre futebol e por isso decidiu abraçar este projeto, com o intuito de crescer a nível profissional e pessoal.

[my_elementor_post_nav_output]

FC PORTO vs CD TONDELA