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Cabeçalho modalidadesA 11ª jornada do campeonato nacional de Hóquei em Patins teve a stickada inicial com o clássico dos clássicos, ou seja, com um Benfica-Porto. Num pavilhão Fidelidade quase cheio, o Benfica acabou por vencer por 8-4 e, assim, aumentar a vantagem sobre o Porto no campeonato.

O início do jogo foi equilibrado, mas rapidamente o Benfica passou para a mó de cima, visto que, logo aos cinquenta e seis minutos, Hélder Nunes viu um cartão azul. Nicolia assumiu a marcação do livre-direto e acabou por permitir a defesa de Nelson Filipe.

Em situação de superioridade numérica, o Benfica não conseguia aproveitar para marcar. Pouco depois dos dois primeiros minutos de jogo, os encarnados voltaram a beneficiar de um lance de bola parada, desta feita, uma grande penalidade. João Rodrigues foi para a marca, mas também não conseguiu ultrapassar o guarda-redes portista.

Finalizado o período de superioridade numérica, o jogo continuava empatado a zero, mas o Benfica era a equipa que estava melhor em pista e chegou mesmo à vantagem. Sociedade Nicolia/João Rodrigues a funcionar e o internacional português, de primeira, fez o 1-0 para as águias.

O clássico jogou-se com pavilhão quase cheio Fonte: SL Benfica
O clássico jogou-se com pavilhão quase cheio
Fonte: SL Benfica

Conseguida a vantagem, que era justa para as oportunidades que os encarnados vinham criando, o Porto acabou mesmo por chegar ao empate. Num período em que o Benfica optou por defender com três, deixando um quarto jogador solto na frente, os dragões aproveitaram para chegar ao empate por intermédio de Jorge Silva, a passe de Hélder Nunes.

Após seis minutos de jogo bastante bons, o encontro entrou numa fase bastante equilibrada, onde ambas as equipas tiveram algumas oportunidades, sobretudo o Benfica, pois tanto as águias como os dragões não davam grandes espaços e, quando existiam, Traball e Nélson Filipe iam adiando novas alterações ao marcador.

Novas emoções apenas no final da primeira parte. A faltarem menos de cinco minutos para o intervalo, Miguel Rocha aproveitou uma rápida reposição de bola da parte de Jordi Adroher e isolado, na recarga, passou o Benfica para a frente do marcador.

Até ao intervalo, o jogo continuou equilibrado e o marcador não voltou a mexer. Assim, o Benfica ia para as cabines a vencer pela magra margem de 2-1.

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