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Cabeçalho modalidadesO jogo cabeça de cartaz da 23ª jornada do campeonato nacional de hóquei em patins, colocou frente a frente 1º e 3º classificados, Oliveirense e Porto. Numa partida com pavilhão cheio, tudo terminou como começou, ou seja, empatado.

A partida começou da melhor maneira para os azuis e brancos, pois na jogada de saída e após seticada de Hélder Nunes, Ricardo Barreiros, que ao querer retirar a bola da zona de perigo, faz um autogolo. Pouco depois, contra-ataque do portista e depois de uma seticada de Reinaldo Garcia, o esférico bate no stick de Jordi Bargalló e trai Xavier Puigbi.

A Oliveirense não entrava nada bem e o Porto, com alguma sorte à mistura, obtinha uma vantagem excelente para o tempo de jogo disputado. Contudo, a partir do time-out pedido por Tó Neves, logo a seguir aos dois golos, só deu União. Um minuto e meio depois, jogada lateral da equipa da casa e Bargalló colocou a bola no interior da área, onde João Souto desviou a bola para o fundo das redes.

Se os treinadores dizem que os primeiros cinco minutos de cada parte são os mais importantes de cada jogo, os que deram inicio ao Oliveirense-Porto não terão sido de grande agrado para Tó Neves e Cabestany, mas para quem está de fora é algo espetacular.

Xavier Puigbi e Nelson Filipe voltaram a realizar uma grande exibição Fonte: CERS Rink-Hockey
Xavier Puigbi e Nelson Filipe voltaram a realizar uma grande exibição
Fonte: CERS Rink-Hockey

O jogo estava rápido e intenso e com vários lances de perigo, por isso, um golo poderia acontecer a qualquer momento e foi mesmo que aconteceu. Lance de contra-ataque de três para dois e no seguimento de uma defesa de Puigbi, Reinaldo Garcia, sem qualquer oposição, apontou o 3-1. Volvidos alguns minutos, boa circulação de bola por parte do Porto, que deu origem a espaço para Hélder Nunes e este com uma seticada de meia distância, disparou um míssil que só parou no fundo da baliza da Oliveirense. No entanto, logo a seguir, Ton Baliu viu um azul por falta sobre Jepi Selva. Nuno Araújo foi o escolhido para a conversão do livre-direto, mas acabou por enviar a bola na trave.

Mesmo com oportunidades para marcar, a equipa da casa não conseguia voltar a fazer balançar as redes adversárias, fosse pelas defesas de Nelson Filipe ou devido aos ferros da sua baliza. Todavia, em superioridade numérica pela primeira vez no jogo, a Oliveirense conseguiu reduziu o marcador através de um golo de Nuno Araújo. Nota para a grande assistência de Pedro Moreira.

Depois do 4-2, a União, embalada pelos seus adeptos, partia rapidamente para o ataque, enquanto que o Porto tentava acalmar o jogo.

A seis minutos da pausa, nova grande oportunidade para a Oliveirense, em virtude de uma falta de Jorge Silva sobre Jepi Selva. No respetivo penalti, Ricardo Barreiros seticou á barra.

Até ao intervalo, a toada baliza vs controlo manteve-se, mas o resultado não se alterarou e o Porto foi para as cabines a vencer por 2-1. Isto, após uma excelente primeira parte, o que deixava enormes perspetivas para a segunda.

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