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Na tarde de sábado, no dragão-caixa, o Porto recebeu o Barcelos para mais um clássico do hóquei em patins nacional, tendo mantido o seu grande momento, ao vencer o Òquei por 7-4 após uma partida muito discutida.

O Porto entrou muito forte e disputados apenas trinta segundos, foram três as oportunidades de golo conseguidas pela equipa da casa que, nesta jornada, utilizou o equipamento alternativo. Ciente da equipa que tinha pela frente, o Òquei jogava de forma partida e foi através de uma iniciativa individual de Rúben Sousa que criou a sua primeira chance de golo. Contudo, a “picadinha” passou por cima da baliza defendida por Nelson Filipe.

Sem arriscar muito e a tentar prolongar os seus períodos de posse de bola ao máximo, o Barcelos ia, de alguma forma, conseguindo “adormecer” o Porto, que não estava a conseguir impor a sua virtuosidade, também, devido à pressão em cima do portador da bola feita pelo conjunto visitante. Que, sempre que podia, tentava a aproveitar o espaço nas costas da defesa portista.

O jogo não estava nada fácil para o Porto que, sobretudo, atrás da baliza de Ricardo Silva, tentava criar combinações com jogadores dentro da área do Barcelos ou vindos de trás, mas o Òquei estava a defender bem e fechava todos os caminhos até ás suas redes.

Já com menos de dez minutos para ao intervalo, numa jogada em conjunto com Ton Baliu, Jorge Silva, jogador mais fixo dentro da área adversária, recebeu um passe do espanhol, rodopiou e enrolou o esférico ao angulo superior direito da baliza de Ricardo Silva, fazendo o 1-0.

Em desvantagem, o Barcelos tentou responder através de stickadas de meia distancia ou iniciativas individuais dos seus artistas, como Marinho, mas não era fácil entrar na defensiva azul e branca. Contudo, com pouco mais de três minutos para se jogar até à pausa, numa situação de contra-ataque de três para dois, Juanjo López começou e terminou, com uma “picadinha”, a jogada que empatava a partida. De seguida, João Almeida foi mais forte que Temo Pinto na tabela e com uma nova “picadinha” virou o marcador a favor do Òquei.

A cerca de dois minutos para o final do primeiro tempo, numa altura em que a partida estava parada, Jorge Silva viu um cartão azul, deixando a sua equipa em situação de “underplay”.

Com pouco mais de trinta segundos para se jogar até à ida para as cabines e quando tudo fazia prever que resultado não se voltaria a mexer, Juanjo López cometeu a 10ª falta do Barcelos. Hélder Nunes, com uma grande oportunidade para empatar o jogo, não conseguiu bater Ricardo Silva. Segundos antes do toque da buzina, Rafa disparou um “míssil” da linha de meio campo, mas o experiente guarda-redes internacional português, voltou a negar a igualdade.

Chegado o intervalo, de forma algo surpreendente, o Barcelos estava na frente por 2-1. O Porto tinha sido a melhor equipa durante os vinte cinco minutos iniciais, mas o Òquei, sempre muito organizado, tanto a defender como a atacar, conseguiu a aproveitar um minuto de desconcentração dos dragões e virou o marcador.

Ton Baliu foi peça chave no primeiro golo da tarde, ao conseguiu encontrar uma linha de passe para Jorge Silva que, à meia volta, fez o 1-0
Fonte: FC Porto

O FC Porto entrou na segunda parte determinado a fazer o empate e jogados pouco mais de dois minutos, num lance algo confuso atrás da baliza de Ricardo Silva, uma falha de marcação da defesa barcelense, permitiu a Gonçalo Alves fazer o 2-2. Um minuto depois, Rafa roubou o esférico a Hugo Costa e assistiu Gonçalo Alves que, isolado perante o guarda-redes adversário, fez a colher e voltou a colocar o Porto na frente.

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