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Naquela que foi a edição experimental da renovada Taça Intercontinental, a final esperada confirmou-se. Com o Benfica a derrotar o Andes Tallers por 7-4 e o Reus o Concepción CP por 7-5. Porém, os conjuntos europeus não tiveram vida fácil frente ás equipas argentinas. Nesta tarde, numa reedição de uma das meias-finais da última edição da Liga Europeia, o Benfica derrotou o Reus por 5-3 e conquistou a sua segunda Taça Intercontinental.

O jogo teve um inicio normal, com as duas equipas a estudarem-se mutuamente, com os principais lances a serem uma defesa de Pedro Henriques a uma stickada de Marc Torra e um golo cantado falhado por Jordi Adroher.

Passado o período inicial, o Benfica procurava assumir as despesas da partida, tento mais tempo de posse de bola e procurando com mais insistência a baliza de Càndid Ballart. Enquanto que o Reus procurava responder, sobretudo, em contra-ataques rápidos, visto que em posse pouco ou nada arriscavam.

Em cima da marca dos dez minutos de jogo, o Reus teve as suas duas primeiras grandes oportunidades, através de um remate de e uma bola desviada por Romàn Bancells, mas Pedro Henriques com duas grandes defesas impediu o golo espanhol. Os encarnados responderam, mas foi a vez do guardião espanhol também dizer presente.

Por volta dos doze minutos, uma bola recuperada por Nicolia na meia pista resultou numa grande penalidade cometida por Romàn Bancells. O próprio, que na véspera havia feito um hattrick, não conseguiu abrir o ativo. Minutos depois, Valter Neves recuperou a meio campo sobre Aleix Rodriguez, lance onde espanhóis pediram falta, mas o capitão das águias também não conseguiu marcar.

Já abaixo da marca dos dez minutos, Pedro Henriques deu inicio a um lance de contra-ataque que terminou com um desvio no centro da área de João Rodrigues. Situação que levantou algumas dúvidas sobre se o esférico fora travado antes ou depois da linha de golo. Pouco depois, Nicolia cometeu falta para grande penalidade sobre Marc Torra. Casanovas, ele que concretizou o penalti decisivo do mundial no último mês de setembro, não desperdiçou e com uma stickada rasteira abriu o marcador. Quase de seguida, o Reus esteve perto do segundo, mas Pedro Henriques fez uma enorme parada com a luva esquerda.

Com o aproximar do intervalo, o Reus procurava manter o controlo do esférico, tentando algo mais quando fosse possível e necessário. Por sua vez, o Benfica continuava a ter oportunidades de golo, mas a finalização permanecia deficitária.

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