Cabeçalho modalidadesNaquele que foi o segundo encontro da 15ª jornada do campeonato nacional de hóquei em patins, o Benfica recebeu e goleou a Juventude de Viana, que se apresentou desfalcada na Luz, não podendo contar com André Azevedo e Francisco Silva, por 11-2.

Antes do início da partida, Benfica e Juventude de Viana prestaram homenagem a André Azevedo que, devido a uma lesão grave sofrida na última jornada, o fará, com quase toda a certeza, perder o resto da temporada.

O Benfica poderia ter de forma excelente, pois, em cima do primeiro minuto do encontro, Diogo Rafael fez mexer as redes da baliza da Juventude, mas o golo acabou por ser anulado. Pouco depois, os encarnados beneficiaram de uma grande penalidade devido a falta de Tó Silva que, pouco antes, havia ficado perto de abrir o ativo. João Rodrigues, um dos principais homens golo das águias, não conseguiu marcar. Primeiro, permitiu a defesa de Jorge Correia e na repetição da bola parada acertou no poste e na recarga também não conseguiu concretizar. A pressão vermelha e branca continuou e após um belo gesto de Nicolia, o argentino serviu Diogo Rafael que, com uma bola enrolada, fez o 1-0.

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Os encarnados não tiraram o pé do acelerador e assim que perdiam o esférico pressionavam alto, com o objetivo de recuperar a bola rapidamente. Não dando grandes chances a uma Juventude de Viana limitada para respirar.

Jordi Adroher "molhou a sopa" por duas vezes e ainda assistiu Miguel Rocha para um golo Fonte: Sport Lisboa e Benfica – Modalidades
Jordi Adroher “molhou a sopa” por duas vezes e ainda assistiu Miguel Rocha para um golo
Fonte: Sport Lisboa e Benfica – Modalidades

Perto da marca dos dez minutos de jogo, Tó Silva fez falta para livre direto sobre Nicolia, mas o número cinco benfiquista não conseguiu superar Jorge Correia. Não muito depois e num lance algo estranho, o “astro” argentino aproveitou o mau posicionamento do guarda-redes visitante para fazer o 2-0. De seguida, João Rodrigues aumentou para 3-0. Pouco depois, João Rodrigues recuperou a bola a meio campo e completamente isolado não falhou, apontando o 4-0 no marcador. O Benfica estava com toda a pujança e logo a seguir, Adroher, também isolado, aumentou para 5-0.

Com menos de três minutos para a pausa, Miguel Rocha combinou com Adroher e colocou o marcador na meia dúzia.

Chegado o intervalo, o Benfica goleava por 6-0. Resultado sem qualquer tipo de contestação, que foi conseguido, na sua maior parte, durante os primeiros quinze minutos de jogo onde foi completamente superior. Ao qual se seguiram dez de gestão e com uma ou outra oportunidade de perigo para cada lado que “obrigaram” Pedro Henriques e Jorge Correia a brilhar.