Anterior1 de 2Próximo

Cabeçalho modalidadesO último jogo da 6ª jornada do campeonato nacional de hóquei em patins colocou frente-a-frente o OC Barcelos e o Sporting CP, quinto e quarto classificados da última época respetivamente, assim como os últimos vencedores da Taça CERS. Num encontro eletrizante, onde mais de 1500 pessoas lotaram o pavilhão, o Barcelos acabou por levar a melhor no clássico, ao bater o Sporting por claros 7-3.

Os primeiros minutos de jogo mostravam um Sporting forte, tendo um maior tempo de posse de bola e, quando a perdia pressionava muito alto, dificultando a saída de bola do Barcelos para o ataque. No entanto, na primeira vez que o Óquei chegou com perigo á frente, Vieirinha obrigou Girão a estar atento.

Com o passar dos minutos, o Barcelos foi ultrapassando, cada vez melhor, a pressão efetuada pelo conjunto verde e branco conseguindo, então, organizar melhor o seu jogo.

Num jogo bastante equilibrado, o Sporting vai procurando chegar à baliza adversária com lances mais coletivos, enquanto o Barcelos vai procurando a meia distância de Reinaldo Ventura para testar Girão, que vai respondendo bem, assim como Ricardo Silva.

Ambiente escaldante no municipal de Barcelos! O pavilhão estava completamente cheio e com ambas as claques a darem espetáculo nas bancadas. Foi logo após o animar das bancadas que o marcador mexeu e a favor da equipa da casa. Golo de Luís Querido, no interior da área, após uma jogada de insistência do Óquei, fazendo assim o 1-0. Este golo confirmava uma melhor fase do Barcelos no jogo. Curioso que surge no despertar da sua claque, o KAOS BARCELENSE. Pouco depois, Vieirinha, completamente isolado, esteve perto de fazer o segundo.

O golo mexeu com o Sporting, pois não se conseguia reorganizar em pista. Quem ia aproveitando era o Barcelos, mantendo o ímpeto e colocando o guarda-redes leonino em dificuldades.

A entrada de Alvarinho no jogo veio dar ainda mais velocidade ao ataque do Óquei, que voltou a ficar bem perto do 2-0 logo a seguir à sua entrada, pois Alvarinho, em conjunto com Vieirinha, ficou a centímetros do segundo golo barcelense.

Totalmente perdido em campo, o Sporting dispôs de uma grande oportunidade para empatar o jogo. Depois de um azul, visto por Reinaldo Ventura por falta sobre Caio, os leões beneficiaram de um livre direto, que Pedro Gil não conseguiu concretizar em golo. Contudo, a superioridade numérica fez-se notar e o Sporting chegou mesmo ao empate com um golo de Gil, ao aproveitar uma falha de marcação de Alvarinho. De seguida, o mesmo Pedro Gil, com uma bela iniciativa individual, bisou no encontro e fez com que o conjunto orientado por Guillem Perez desse a reviravolta ao marcador.

Pela primeira vez em desvantagem no marcador, o Barcelos foi à procura do empate e, a seis minutos do intervalo, Alvarinho sacou, autenticamente, um cartão azul a Girão, que levou a sua equipa a usufruir de um livre direto. O próprio assumiu a marcação do lance e , perante José Diogo Macedo, acabado de entrar a frio, não tremeu e repôs a igualdade no marcador.

Perto do final da primeira parte e numa fase de oportunidades para os dois lados, o Óquei chega ao 3-2 após uma seticada de Rúben Sousa que, ao desviar no stick de Gil, traiu José Diogo Macedo.

Nos últimos segundos da primeira parte, o Sporting cometeu a sua 10ª falta do encontro. Alvarinho voltou a assumir a marcação do livre-direto, e tal qual papel químico, fez o 4-2 no marcador e o resultado ao intervalo.

Anterior1 de 2Próximo

Comentários