Portugal 4-2 Rússia: Bicampeões europeus de forma épica!

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A CRÓNICA: MAIS UMA REVIRAVOLTA

Já começa a ser habitual ver representação portuguesa numa final deste calibre, sejam equipas ou neste caso a seleção nacional.

Os primeiros minutos começaram num ritmo relativamente lento, de estudo mútuo por parte de ambas as seleções. A Rússia tinha uma ausência bem relevante de um jogador bem conhecido por parte dos adeptos portugueses, o atleta brasileiro naturalizado russo do SL Benfica Robinho.

O pivot russo Sokolov inaugurou o marcador, através de um remate meio enrolado que desviou em Pany Varela e bateu André Sousa. Pouco depois, surge o segundo tento do nosso adversário, uma finalização de Afanasev não dando hipóteses de defesa ao nosso guardião.

Portugal conseguiu um golo antes do intervalo, através de um remate de Tomás Paçó a bater o guarda-redes russo Putilov.


Os 20 minutos terminaram com uma vantagem mínima da Rússia, um jogo globalmente equilibrado, mas com um ascendente dos russos em termos de oportunidades claras, antes da nossa superioridade nos minutos finais.

A segunda parte iniciou com a nossa seleção a tentar contrariar a vantagem do seu rival, mas a primeira ocasião clara de golo coube à Rússia, remate forte de Chishkala a ser travado por uma grande intervenção de André Sousa.

Ainda na primeira metade da segunda metade, eis que surge o golo que valeu o empate na partida, através de um fora no meio-campo russo bem batido por André Coelho, valendo o desvio para a própria baliza de Putilov, essencial para validar o nosso tento, uma vez que se entrasse diretamente na baliza não iria contar.

Já na segunda metade conseguimos mais uma reviravolta épica, com um tento de André Coelho após um desvio à boca da baliza. No último segundo, Pany Varela acaba com um jogo épico e faz o 4-2 final.

 

A FIGURA

Fonte: UEFA

Tomas Paçó – Quem visse a exibição deste jogador nunca diria que ele tem apenas 21 anos, jogo monstruoso do jovem jogador do Sporting CP.

 

O FORA DE JOGO

Fonte: UEFA

Putilov – Exibição fraca do guarda-redes russo, com culpas em pelo menos dois golos portugueses.

 

ANÁLISE TÁTICA – PORTUGAL

A equipa lusitana apresentou-se fiel ao seu estilo de jogo, entrando em campo com o cinco habitual e com o “joker” Zicky a entrar sempre que se justificasse.

Cinco inicial e pontuações

André Sousa (9)
João Matos (9)
Erick Mendonça(9)
Bruno Coelho (9)
Pany Varela (9)

Suplentes utilizados
André Coelho (10)
Tomás Paçó (10)
Afonso Jesus (10)
Fábio Cecílio (9)
Zicky Té (10)
Miguel Ângelo(9)
Tiago Brito (9)
Pauleta (9)

ANÁLISE TÁTICA – RÚSSIA

Assim como os novos bicampeões europeus, a Rússia jogou com um estilo de jogo semelhante ao utilizado em jogos anteriores e sem grandes surpresas, só com a ausência forçada de Robinho.

Cinco inicial e pontuações

Putilov (5)
Antoshkin (6)
Chishkala (6)
Davydov (6)
Afanasev (6)
Suplentes utilizados
Abramovich (6)
Niyazov (6)
Sokolov (6)
Paulinho (6)
Nando (6)
Milovanov (6)
Abramov (6)

 

Eduardo Nunes
Eduardo Nuneshttp://www.bolanarede.pt
Estuda economia em Coimbra, mas não deixa de prestar especial atenção ao que se passa no universo do desporto. O desporto preferido é Ténis, mas não perde uma oportunidade de acompanhar a Académica e o Benfica nas mais variadas modalidades.

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