cab Rugby

Após o primeiro particular frente às Flying Fijians, a Selecção Nacional de XV voltou a demonstrar que a aposta nos jogadores mais jovens, juntamente com os Lobos mais experientes, por parte do novo seleccionador Frederico Sousa tem sido certeira. No dia 15 de Novembro, os Lobos venceram a Selecção Brasileira por 68-0, marcando a história do rugby mundial, não só por ter sido o primeiro jogo entre estas duas equipas, mas também por terem alcançada a sua segunda maior vitória.

A equipa lusitana demonstrou uma atitude louvável de garra, mantendo o ritmo durante todo o jogo e conjugando a aposta nas novas gerações com a experiência e sabedoria dos Lobos com mais internacionalizações.

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O atleta Vasco Uva foi homenageado por se ter tornado o jogador português com mais internacionalizações, ao disputar o seu 88º jogo internacional, tendo superado o jogador Joaquim Ferreira.

O primeiro ensaio surgiu logo no início da primeira parte e foi marcado por Gonçalo Uva, tendo sido convertido por Pedro Leal. Depois, foi tempo de António Duarte e Frederico Oliveira marcarem ensaio (convertidos por Pedro Leal) e de colocarem o resultado a 26-0 (com um ensaio de penalidade).

Na segunda parte, Gonçalo Foro demonstrou também a sua experiência na modalidade ao marcar dois ensaios. Rafael Simões, Vasco Uva e Julien Bardy marcaram o jogo com um ensaio de cada. Adérito Esteves fechou o resultado com uma jogada muito bem conseguida com Pedro Leal.

Pedro Leal marcou o jogo também com os seus 18 pontos, demonstrando que a sua experiência e sabedoria na modalidade se destacam, quer em Sevens, quer em XV.

No dia 23 de Novembro, foi tempo de defrontar o Canadá. No entanto, o último teste da janela internacional já não correu tão bem, tendo os Lobos perdido por 52-8.

Apesar da derrota, foi mais uma excelente oportunidade para o seleccionador colocar todos os 23 jogadores em campo, tendo o atleta Luís Portela, irmão do antigo internacional Miguel Portela, celebrado a sua primeira internacionalização.

Os pontos de Portugal foram conseguidos com uma penalidade por Pedro Leal e um ensaio por Pedro Bettencourt.

Depois de tanto debate em torno desta modalidade acerca da idade dos jogadores convocados para as Selecções – sendo que há quem defenda que investir em jogadores mais velhos é insistir em manter a equipa do Mundial de 2007 e não a renovar – é bom ver que o novo selecionador consegue conjugar da melhor forma a experiência que a nossa Selecção tem alcançado com a aposta em jogadores mais novos, mas que trazem também grandes resultados das Selecções dos escalões mais jovens.