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Dez etapas depois, e pela primeira vez na sua História, Portugal não conseguiu garantir a permanência no Circuito Mundial de 7s, prova que reúne as melhores selecções de Sevens a nível mundial. Era necessário quase um milagre para ultrapassar os nossos rivais russos, e os Linces não só não foram capazes de o fazer como se deram ao luxo de perder todas as partidas disputadas na etapa londrina.

Portugal até entraria bem no torneio, com uma excelente postura na abertura do primeiro jogo, frente ao Quénia, do qual até sairia para o intervalo com um convincente 17-5, após dois ensaios de Pedro Leal (e uma conversão) e um de Vasco Fragoso Mendes. Mas os quenianos na etapa complementar acelerariam e não haveria pernas capazes de os segurar. O resultado final foi conquistado pelos africanos nos segundos finais, para desespero dos comandos lusos. 22-17, um resultado que em nada nos interessava. No segundo duelo, frente à França, os Linces nunca se encontrariam e as suas falhas defensivas iriam sendo punidas com toques de meta dos campeões europeus em título.

Nuno Sousa Guedes e Vasco Fragoso Mendes marcariam cada um o seu ensaio, com Pedro Leal a converter os dois – muito pouco face aos 45 pontos alcançados pelos franceses. No terceiro – e último – jogo da fase-de-grupos a História iria repetir-se e Portugal não teria armas para combater o favoritismo escocês. Pedro Leal marcaria o seu ensaio n.º 100 nas World Rugby Sevens Series ainda na primeira parte e Tiago Fernandes conquistaria o seu ensaio já na segunda. Ambos os ensaios foram convertidos pelo capitão das Quinas, mas a Escócia já ia lançada no comando do marcador. 31-14, resultado final. Uma vez mais Portugal sairia da fase-de-grupos da competição sem somar qualquer vitória.