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ÚLTIMA HORA:

ATP Challenger Tour Oeiras Open 1: Hegemonia lusa em pleno Jamor

SOUSA BATIDO À SEGUNDA

Após deixar para trás o alemão oriundo da fase de qualificação Lucas Gerch por 6-3 e 6-4, Pedro Sousa que voltou à competição em Oeiras mais de sete meses depois, não aguentaria o superior ritmo aplicado pelo croata Nino Serdarusic que se impunha por 7-6 e 6-2, apesar de a espaços ter-mos visto fogachos do nível de Top 100 que Sousa  ostentara em 2019. O oponente  mostrou-se sempre uma mudança acima e resolveu o encontro em menos de 2h.

GASTÃO SOFREU, MAS AVANÇOU

Com a chuva a sentir-se e em força, o encontro entre Gastão Elias e Andrea Vavassori ofereceria grande espetáculo, com o tenista olímpico no Rio 2016 a conquistar um break decisivo para a história da partida inaugural fechada por 6-4, em que o transalpino dependeu muito da sua bola de saída, com o patrício a denotar bem mais soluções de fundo do court. Começando a tomar algumas decisões precipitadas, não registando a solidez revelada inicialmente Gastão veria o adversário devolver o parcial. Numa 3ª partida em que os servidores foram ditando leis, seria com um tie-break ao nível do evidenciado no primeiro set, irrepreensível, que o lourinhanense triunfaria por 8-6 num duelo em que veio à tona todo o espírito guerreiro de alguém que mesmo debilitado fisicamente por conta de uma gripe nunca deixou de lutar, mostrando uma incrível ciência de jogo.

UM SONHO AINDA DE PÉ

Com os ¼ de final em curso e depois das qualificações de Alessandro Giannessi  às custas de Giulio Zeppieri, bem como de Nino Serdarusic que superava Noah Rubin, era hora de Borges e Elias tentarem seguir-lhes as pisadas. Contudo a tarefa não se afigurava fácil: Gastão encontrava o sétimo tenista mais cotado da grelha, o checo Vit Kopriva, que em Gstaad na Suíça no ano anterior havia derrotado o então Top dez mundial Denis Shapovalov. Já Nuno Borges tinha pela frente a “rocha” brasileira Thiago Monteiro.

Gastão derrotaria de forma mais simples que previra o oponente, triunfando por 6-3 e 6-2, num duelo em que a leitura de jogo de Elias fez a diferença. Já Borges protagonizou o encontro mais emocionante do evento ultrapassando Monteiro em três partidas de um desgaste físico e psicológico brutal e após salvar um ponto de encontro foi com uma abnegação típica dos grandes que o pupilo de João Maio mostraria de que massa é feito ao furar a fantástica réplica do brasileiro pelos parciais de 6-7, 7-6 e 7-5, numa maratona com a duração de 3h19m.

O Diogo é licenciado em Ciências da Comunicação pela Universidade Lusófona do Porto. É desde cedo que descobre a sua vocação para opinar e relatar tudo o que se relaciona com o mundo do desporto. Foram muitas horas a ouvir as emissões desportivas na rádio e serões em família a comentar os últimos acontecimentos/eventos desportivos. Sonha poder um dia realizar comentário desportivo e ser uma lufada de ar fresco no jornalismo. Proatividade, curiosidade e espírito crítico são caraterísticas que o definem pessoal e profissionalmente.

O Diogo é licenciado em Ciências da Comunicação pela Universidade Lusófona do Porto. É desde cedo que descobre a sua vocação para opinar e relatar tudo o que se relaciona com o mundo do desporto. Foram muitas horas a ouvir as emissões desportivas na rádio e serões em família a comentar os últimos acontecimentos/eventos desportivos. Sonha poder um dia realizar comentário desportivo e ser uma lufada de ar fresco no jornalismo. Proatividade, curiosidade e espírito crítico são caraterísticas que o definem pessoal e profissionalmente.

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