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Disputado um pouco mais tarde do que o habitual devido às condicionantes impostas pela pandemia de COVID-19, o Australian Open, primeiro grand slam da temporada, não desiludiu na vertente feminina e ofereceu inúmeros encontros de alto nível entre algumas das principais tenistas da atualidade. Ainda assim, o título ficou reservado para um nome que promete ser a próxima força dominadora do circuito WTA.

ANTIGAS CAMPEÃS DE GRAND SLAM DESILUDEM

Como em todos os torneios, nem todas as tenistas com perspetivas de chegar às fases mais adiantadas da prova correspondem às expectativas e este Open da Austrália não foi exceção. A germânica Angelique Kerber, campeã em 2016, caiu logo na primeira ronda perante Bernarda Pera, a número 64 do ranking mundial, por enfáticos 6-0 e 6-4.

O mesmo destino ficou reservado para Victoria Azarenka. Vencedora das edições de 2012 e 2013, a bielorussa perdeu por 7-5 e 6-4 com a norte-americana Jessica Pegula, número 61 do ranking. De referir que tanto Kerber como Azareka pertenceram ao grupo de tenistas que tiveram de ficar duas semanas de quarentena sem abandonar os quartos de hotel.

Para além da bicampeã do Open da Austrália, Pegula voltaria a surpreender uma candidata ao título nos oitavos de final, fase da prova em que eliminou Elina Svitolina, número cinco mundial, em três partidas. Por sua vez, Petra Kvitova, oitava do ranking e já com dois Grand Slams no currículo, perdeu na segunda ronda com a romena Sorana Cirstea, número 68 do ranking.

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Ainda assim, a principal desilusão da competição feminina foi Sofia Kenin, a norte-americana de apenas 22 anos que surpreendeu tudo e todos ao vencer o torneio na edição transata. A número quatro mundial acusou a pressão do momento e sucumbiu perante Kaia Kanepi, a experiente estónia de 35 anos, por claros 6-3 e 6-2.

Foto de capa: Australian Open

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