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Depois de um ano de interregno devido à pandemia de COVID-19, que levou ao cancelamento da edição de 2020 do único torneio em solo português de categoria ATP, o renovado Estoril Open, agora disputado no Clube de Ténis do Estoril e não no Jamor, arranca para a sua sexta edição este sábado.

Sem público nas bancadas para receber alguns dos melhores executantes do mundo, há ainda assim muitos motivos de interesse para acompanhar aquela que promete ser mais uma prova recheada de encontros memoráveis, com a estreia em Portugal de autênticas vedetas do circuito masculino e, claro está, de João Sousa, o melhor tenista português de todos os tempos e vencedor do torneio em 2018.

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DESISTÊNCIAS DE ÚLTIMA HORA E CABEÇAS DE SÉRIE

Apesar de ter perdido quase todos os elementos do Top 20 do ranking mundial anunciados aquando da apresentação do torneio, no final de março, a sexta edição do Estoril Open conta com vários nomes sonantes a servir de cabeça de cartaz para a competição de singulares. Diego Schwartzman (número 9 do ranking), o único Top 10 com presença confirmada para o torneio, foi baixa de última hora, com uma lesão na anca detetada após a derrota nos quartos de final de Barcelona.

Antes disso, já Gael Monfils (15.º), que não conseguiu recuperar da lesão que o tem apoquentado neste arranque da temporada, Fabio Fognini (27.º), lesionado no pulso, e Pablo Carreno Busta (13.º), vencedor da prova em 2017 que indicou a fadiga acumulada do muitos torneios disputados nas últimos tempos – foi campeão em Marbella há duas semanas, caiu nos oitavos em Monte Carlo e atingiu as meias-finais esta semana, em Barcelona -, foram as outras desistências entre os cabeças de série originalmente previstos.


Esse mesmo estatuto tinha Grigor Dimitrov (17.º), o bielorusso e antigo Top 10 que tinha recebido o segundo Wild Card da organização, mas acabou por ter de abdicar da sua participação devido a uma infeção dentária. Para o seu lugar entrou Denis Shapovalov (14.º), jovem canadiano que se vai estrear no torneio e, fruto das desistências, como primeiro cabeça de série.

Para além de João Sousa (105.º) e do tenista de 22, o terceiro e último Wild Card foi atribuído a Kei Nishikori, o nipónico que esteve durante largos anos no Top 10, que já foi finalista de um torneio do Grand Slam, e que procura recuperar o seu melhor nível depois das muitas lesões que o têm fustigado ao longo das últimas épocas. O japonês é o quarto cabeça de série de uma competição em que nunca tinha participado.


Os restantes cabeças de série são Cristian Garin (22.º), chileno especialista em terra batida, Ugo Humbert (31.º), o melhor cotado dos muitos franceses em prova no Estoril, Alexander Bublik (42.º), o desconcertante tenista do Cazaquistão, Marin Cilic (44.º), croata que venceu o US Open em 2014, frente a Nishikori, e já esteve em finais no Open da Austrália e de Wimbledon, Albert Ramos-Vinolas (46.º), outro especialista do pó de tijolo, e Alejandro Davidovich Fokina (48.º), um dos valores espanhóis da “Next Gen”.

Foto de Capa: Estoril Open

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