Como tem sido noticiado e facilmente visível, o SL Benfica está a investir fortemente neste mercado de transferências, com o objetivo de construir uma equipa que domine a nível interno e, igualmente, se consiga bater com outra qualidade e rendimento no plano internacional, ao contrário do que tem acontecido nas últimas temporadas. Como tal, são, até ao momento, já seis os reforços para o plantel encarnado (Cavani está próximo de ser oficializado e assim se tornar o sétimo), ao qual também se junta o regresso de empréstimo por parte de Diogo Gonçalves.

De facto, é inegável a grande expetativa para ver em ação nomes mais sonantes e que deixaram água na boca no universo encarnado, nomeadamente os de Jan Vertonghen, Everton “Cebolinha” e Gian-Luca Waldschmidt, quer pelo avultado montante investido na contratação dos jogadores em questão, quer pelo facto de se tratarem de jogadores já feitos, com experiência, qualidade e atributos diferenciados que certamente marcarão uma nova etapa no futuro do clube da Luz.

No entanto, no futebol atual, cada vez é mais necessário ter um plantel equilibrado, com soluções para as diversas posições e que, consequentemente, possa impedir quebras de rendimento em caso de fadiga, castigos ou lesões por parte dos elementos habitualmente escolhidos para o 11 inicial. Assim sendo, hoje, escrevo sobre quatro nomes que tanto poderão disputar e ocupar um lugar na equipa de Jorge Jesus como, por outro lado mas igualmente importante, serem alternativas válidas para a rotatividade e colmatar algumas situações que surjam no decorrer duma época que se prevê bastante longa e desgastante (começando logo com as eliminatórias de acesso à Liga dos Campeões), garantindo um banco forte e com qualidade.