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O estranho caso de Raúl Jiménez

A mim, o que me parece, é que Raúl Jiménez não é um mau jogador. Muito pelo contrário. Raúl tem qualidade para jogar no Benfica. É rápido, móvel, esforçado, alto. Peca na finalização, por vezes, e também é um pouco trapalhão, mas o título de mais caro de sempre pode pressioná-lo a querer fazer tudo de uma só vez. Com um investimento menor, veríamos Jiménez como uma boa solução e o salvador de situações sufocantes. Contudo, há 22 milhões em jogo e a cada falhanço, mau passe, recepção ou decisão, todos estes milhões saem da boca dos adeptos, muitos a crucificá-lo por ter custado tanto, e ter feito tão pouco.

Raúl Jiménez já não é uma jovem promessa, pois já tem 25 anos, mas o auge de um avançado dá-se acima desta idade, por volta dos 29/30 anos, o que lhe dá uma margem de manobra de cinco anos.             Em entrevista, o presidente do clube disse que tinha a sensação de que o mexicano seria a maior venda de sempre do futebol português, algo que, para ser alcançado, teria de ultrapassar os 60 milhões da venda de Hulk do FC Porto para o Zenit São Petersburgo. Com poucos minutos, estes valores parecem uma miragem. Não obstante, existe um mercado que parece disposto a pagar bem por jogadores a atuar na Europa: o chinês. Sendo assim, a China poderia ser o destino de Jiménez, satisfazendo a necessidade de colmatar um investimento de mais de duas dezenas de milhões.

Para mim, Raúl é um bom ponta de lança que teve o azar do negócio que é, e cada vez mais, o futebol. Tem qualidade, marca golos e já fez o Benfica respirar de alívio por várias ocasiões. É uma pena ter sido condenado com o título de ‘Transferência mais cara de sempre do futebol português’.

Foto de capa: SL Benfica

Desde pequeno que o Benfica faz parte da vida do Pedro Estorninho. Avô e pai benfiquistas deixaram-lhe no sangue a chama das águias. A viver nos Açores nunca teve muitas oportunidades de ver o clube ao vivo, mas os estudos trouxeram-no à capital, onde pode assistir de perto aos jogos do tricampeão. A paixão pela escrita sempre foi algo dentro dele que nunca conseguiu mostrar e surge agora a oportunidade de juntar o melhor dos dois mundos.                                                                                                                                                 O Pedro escreve ao abrigo do novo Acordo Ortográfico.

Desde pequeno que o Benfica faz parte da vida do Pedro Estorninho. Avô e pai benfiquistas deixaram-lhe no sangue a chama das águias. A viver nos Açores nunca teve muitas oportunidades de ver o clube ao vivo, mas os estudos trouxeram-no à capital, onde pode assistir de perto aos jogos do tricampeão. A paixão pela escrita sempre foi algo dentro dele que nunca conseguiu mostrar e surge agora a oportunidade de juntar o melhor dos dois mundos.                                                                                                                                                 O Pedro escreve ao abrigo do novo Acordo Ortográfico.

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