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Num ano que se espera de requalificação do plantel, importa perceber o momento do SL Benfica e o desgaste financeiro que 2020-21 proporcionou. Em temporada atípica, na qual a grande maioria dos clubes optou por reforçada cautela no momento de ir às compras por força do impacto da pandemia nas suas contas em relação à bilheteira, principalmente, as águias foram em sentido contrário.

98,5 milhões de euros gastos, a janela de transferências mais dispendiosa da história do clube e o sexto lugar no ranking mundial do mesmo índice. Com o fracasso a toda a linha, é momento de voltar ao projeto imposto desde 2016 – foco no Seixal – e voltar a basear o plantel na prata da casa, que na sua maioria se aventurou Europa fora em 2020-21.

Ao todo, foram 16 os emprestados pela equipa principal dos encarnados, que se espalharam por 11 países e que, com raras exceções, viram o seu desenvolvimento comprometido por opções desadequadas na escolha dos destinatários.

É hora de voltar a casa e contribuir para a causa benfiquista, sedenta de uma base identitária que relacione equipa e massa adepta e da qualidade imposta pelo produto nacional, visível nas grandes carreiras das seleções nacionais Sub-21 e “A”.

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