A UEFA Youth League foi criada em 2013 como simulação da maior prova internacional de clubes, uma Liga dos Campeões para preparar as gerações mais novas face ao futuro competitivo que se espera da maioria dos participantes: o talento abunda em cada edição, muitos são os craques actuais que venceram o troféu Lennart Johansson ou deram nas vistas no relvado de Nyon, onde se realiza geralmente a final four.

O SL Benfica, com três presenças na final, é já um dos crónicos pretendentes ao trono europeu juvenil, apresentando geralmente equipas de valor superlativo e com andamento para as melhores academias da Europa.

Parece gerar-se um padrão geracional nos encarnados e que se torna curioso: o Benfica apresenta-se na final de três em três anos (2014, 2017 e 2020) e coloca na rampa de lançamento qualidade nas mais diversas posições.

Ainda que muitos se tenham conseguido consolidar em patamares de acordo com o potencial demonstrado, outros existiram que até aos dias de hoje não conseguiram confirmar previsões e o seu rendimento mantêm-se aquém do exigido, pautando a carreira com fases de grande irregularidade e clubes de pouca expressão.

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