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Mau feitio ou talvez apenas má vontade, quando Leauty decide agarrar-se à bola e fazer golo de belo efeito à passagem do minuto 35, longos dias de apreciações e estudos acerca da estabilidade defensiva do SL Benfica caíram por terra e expuseram realidade que nos permite distinguir, com toda a certeza, muitos dos fatores que comprometeram os resultados desta temporada ao insucesso.

Ainda assim, os 715 minutos que Helton Leite conservou a invencibilidade são registo digno de destaque na secção dos recordes do Museu Cosme Damião, colocando o nome ao lado de Bento, Júlio César ou Ederson – e esta fase, que durou praticamente mês e meio, será o único apontamento positivo duma época condenada ao fracasso desde agosto.

Numa tentativa de tentar conhecer melhor qual a dimensão dos feitos defensivos dos encarnados, enumeramos cinco das mais memoráveis retaguardas do clube da Luz, quartetos ou quintetos que permitiram açambarcar condições ideais para as linhas atacantes puxarem a si a fama das mais gloriosas noites .

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Entendível num clube que formatou a sua abordagem tática ao culto do golo e de correntes estéticas mais atrevidas, encarando o jogo como espaço de entretenimento supremo e a obtenção da vitória com recurso ao 5-4 em vez do 1-0 – filosofia bem explícita na famosa frase de Bella Gutmann: «Não me desgosta nada que o adversário marque três ou quatro golos desde que a minha equipa marque quatro ou cinco… Primeiro, marcar golos. Depois, tentar não os sofrer. Eis a filosofia do meu futebol».

Nestes pressupostos, elegem-se cinco conjuntos de operários prontos ao sacrifício da fama em prol dos objetivos coletivos, apoiando na estatística o critério das escolhas.

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