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«Braga, vai já para o teu quarto!»

Cabeçalho Futebol Nacional

«Já para o teu quarto!» Foi assim o campeonato do SC Braga. Não surpreende pela positiva, pois penso ser o lugar aceitável tendo em conta a riqueza que nos separa do pelotão dos chamados «grandes», nem desilude, pois é quase como um prémio de consolação, que estando fora do pódio nos permite poder mostrar quem realmente somos também lá fora. Apesar da enorme euforia criada em torno da equipa de Paulo Fonseca pelo apelativo e bonito futebol que pratica, o que é de facto verdade é que não se pode ter tudo… A não ser quando existem condições para tal…

No meu ponto de vista, esta afirmação até é aplicável ao caso, pois a regularidade apresentada foi evidente e demonstrativa de que o futebol é cada vez mais rico em competições e que as equipas têm obrigatoriamente de ser construídas com o intuito de aguentar cargas de 50 a 60 jogos. O Braga neste caso conseguiu cumprir. Teve e tem um núcleo de jogadores forte e coeso, em que os satélites que em torno de si giram formam um sistema e uma harmonia perfeitos. Mas também se viu em certos momentos que o ataque feroz das lesões e a carga competitiva não permitem aos astros que jogam com mais regularidade estar constantemente a 200%. Estando a 100%, a coisa ainda pode correr bem.

Boa primeira época de Paulo Fonseca ao comando do Braga Fonte: SC Braga
Boa primeira época de Paulo Fonseca ao comando do Braga
Fonte: SC Braga

Notou-se, a meu ver, uma ausência no meio campo de alguém que pudesse substituir Luiz Carlos ou Vukcevic, por exemplo. Ou até mesmo um central mais experiente. Quero com isto dizer que premeio mais o esforço em relação ao dinheiro. Adoro Futebol pois é imprevisível. Afinal é de uma bola a rolar que se trata. A verdade é que não foi nem é uma época de sonho, mas é uma época fantástica por todo o esforço e crença que vimos o Braga aplicar em todos os jogos. Promoveu-se a Bragão um par de vezes, quando tudo apontava na direcção contrária. Falo essencialmente dos jogos europeus, em que a experiência conta e muito; nesta equipa, caro leitor, Europa ainda não havia muita…Pelo que fizemos, estamos de parabéns!

O Pedro tem 22 anos, é arqueólogo de formação e jornalista desportivo por inspiração. Teve oportunidade de praticar vários desportos, o que proporcionou esta paixão. Frequenta o mestrado em História e é minhoto. Gosta muito dos seus amigos e por isso tenta preservá-los. Também gosta de teatro e é ator amador. Frequentou formações no 'Cenjor' e no 'Palavras Ditas' porque gosta de enriquecer a vida profissional. Um dia espera ser relator de futebol.                                                                                                                                                 O Pedro não escreve ao abrigo do novo Acordo Ortográfico.

O Pedro tem 22 anos, é arqueólogo de formação e jornalista desportivo por inspiração. Teve oportunidade de praticar vários desportos, o que proporcionou esta paixão. Frequenta o mestrado em História e é minhoto. Gosta muito dos seus amigos e por isso tenta preservá-los. Também gosta de teatro e é ator amador. Frequentou formações no 'Cenjor' e no 'Palavras Ditas' porque gosta de enriquecer a vida profissional. Um dia espera ser relator de futebol.                                                                                                                                                 O Pedro não escreve ao abrigo do novo Acordo Ortográfico.

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