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Estão a ver aqueles intercâmbios que muitos jovens fazem, normalmente no estrangeiro, para aprender “apenas” outra língua? O que importa verdadeiramente no caminho que desenhamos na nossa folha de papel é o que aprendemos com ele. Assim deveriam ser vistos os jogadores emprestados no futebol.

Verdade seja dita, há empréstimos que fazem parecer que existe algum tipo de “bloqueio” associado, quiçá, a um género de corda bamba, onde tanto saltam um desenvolvimento menos sonante do jogador, como uma má gestão de carreira feita pelo clube que representa.

Independentemente de tudo, acredito que a maior parte dos empréstimos sejam benéficos para todos os atores em jogo. Ficar longe de casa pode ser intimidante. É certo que, muitas vezes, o jogador prefere ficar exatamente onde está. Não sendo possível, cabe-lhe a ir à aventura e descobrir que, certamente, se aprende tanto ou mais quando somos “o estrangeiro” do que quando ficamos abraçados à nossa zona de conforto.

Por cá, a época já conta com quatro jogos, mas quis deitar um olho mais atento aos jogadores que irão servir os respetivos clubes a título de empréstimo. A curiosidade não fica por aqui e vai bem mais além. Contudo, como de costume, apostei nos mais jovens para criar esta lista de cinco atletas emprestados que tenciono acompanhar no nosso campeonato durante esta época.

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