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Entrámos em 2021 e, apesar da atual conjuntura de Covid-19 e de alguns clubes terem casos confirmados, poucos jogos vão sendo adiados, o que faz que ao final de 14 jornadas cumpridas, apenas Vitória SC, CD Nacional e SC Farense (os dois últimos vão defrontar o primeiro) tenham uma partida entre si por disputar. Posto isto, quase a terminar a primeira volta e agora que estamos num ano novo, proponho-me a fazer uma análise àqueles que são para mim os três principais destaques da nossa liga à beira-mar plantada. Ficam algumas estatísticas para a posteridade, que nos ajudam a perceber um pouco o que se passa ao nível do principal troféu do futebol português:

  • Sete chicotadas psicológicas (com treinadores a trocarem de clube dentro da Primeira Liga Portuguesa e com o Moreirense FC a já ter trocado duas vezes de técnico)
  • O Sporting CP é a melhor defesa do campeonato (nove golos sofridos), o que ajuda a explicar o primeiro lugar: “Os ataques ganham jogos, mas as defesas ganham campeonatos”. Pode ser um bom indício para que acabe o jejum.
  • O FC Porto tem o melhor ataque (36 golos marcados), algo que é notável face à renovação que foi levada a cabo nesta zona do terreno à entrada para esta temporada.
  • O Belenenses SAD é o pior ataque da Primeira Liga Portuguesa (seis golos marcados). Mas Petit já nos vem habituando que não precisa de marcar muitos golos para cumprir os objetivos a que se propõe.
  • O FC Famalicão é a pior defesa (25 golos sofridos). Algo que não me surpreende, visto que esta terá sido – eventualmente – a equipa que mais alterações teve de fazer em relação à extraordinária época de 2019/20.
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