Infelizmente, os objetivos do Vitória SC já foram; e todos por cumprir. Uma despedida que resta um sentimento de que deveríamos ter feito mais e que, concretamente, era algo realizável dado a equipa que apresentamos e as grandes exibições que apresentamos em alguns momentos da época, e também na curta caminhada europeia.

Um treinador de excelência e uma equipa que não deixa assim tanto a desejar, no que diz respeito a expetativas – na realidade, deixa imenso a desejar. Desde o início da época que estamos à espera de grandes exibições e, quando estas acontecem, o resultado é sempre o mesmo: Jogámos como nunca, perdemos como sempre! É um sentimento amargo que fica travado na garganta e que não passa com o tempo, porque é algo que dói, mas não é bonito.

A época trouxe consigo um Vitória fraco, desorganizado e pouco (ou nada) fiável, que acabou por arruinar o maior objetivo da temporada de 2019/2020. Acabamos por perder a luta pela Europa contra o recém subido FC Famalicão, e um dos nossos rivais diretos, o Rio Ave FC, o que torna a situação mais frustrante – digo isto enquanto adepta.

“Vamos lutar enquanto for matematicamente possível”, palavras do técnico Ivo Vieira que, por muito adorado que seja (por alguns), não satisfizeram nem um pouco os ouvidos vitorianos.

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A derrota frente ao SL Benfica por 2-0 acabou com as hipóteses do Vitória SC alcançar os palcos europeus. E, não é com estes resultados que queremos ir à Europa. Não é a fazer contas e a depender do insucesso de outros, é mérito próprio. Resta confiar, mais um ano, que as coisas correram de forma diferente na época que se aproxima. É esperar que as vitórias morais se tornem em resultados desportivos, não chega ser os melhores fora do campo, há que ter ambos para variar. É confiar que eles sintam o emblema que representam ao peito, pelo menos um terço daquilo que nós sentimos!

Artigo revisto por Joana Mendes