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Liga 3

Liga 3 | O ponto de situação na nova competição do futebol português

SÉRIE A – EQUILÍBRIO NO TOPO

Se o aumento da competitividade era um dos elementos centrais para a criação da Liga, a tabela da Série A dá razão à FPF. Ao fim de 13 jornadas, os oito primeiros classificados estão separados por apenas seis pontos.

Os FC Felgueiras 1932 é o atual líder, com 25 pontos, mas é seguido de perto por SC Braga B (24 pontos), UD Oliveirense (23), CF Canelas 2010 e Lusitânia de Lourosa (22), SC São João de Ver (21) e ainda AD Sanjoanense e Vitória SC B (19).

Mais longe estão as equipas da AD Fafe, talvez a desilusão até ao momento, com 14 pontos, do Anadia FC (13) e do CDC Montalegre (12). Quer isto dizer que, numa competição em que os quatro primeiros seguem para a fase de subida, há apenas quatro equipas a mais de duas vitórias de distância da próxima fase.

E, mesmo assim, apenas o último, Pevidém SC, parece estar completamente fora da corrida. Com apenas cinco pontos, a formação do conselho de Guimarães, terá como objetivo tentar a manutenção na fase de descida.

 

Tal como na classificação, o ranking de melhores marcadores também não tem um líder destacado. O jovem Théo Fonseca, do FC Felgueiras, e Rui Areias, AD Fafe, partilham o primeiro lugar com seis golos. São seguidos por Rodrigo Gomes, 18 anos e avançado do SC Braga B, João Paredes, da Oliveirense, e pelo veterano do Oliveira do Hospital, Fausto Lourenço, todos com 5 remates certeiros. Menção ainda para o bracarense Vitinha, que levava quatro golos em quatro jogos antes de se tornar regular nas escolhas de Carlos Caravalhal na equipa A.

Jaime Pinto, da Oliveirense, lidera a tabela das assistências da Liga 3, contabilizando cinco até ao momento. Na baliza, destaque para o guarda-redes do FC Felgueiras, Carlos Alves, com apenas sete golos sofridos em 11 jogos e para Léo Leichsenring (S. João de Ver) com um saldo de 11 encaixes em 13 partidas.

Frequentador de estádios e consumidor de bifanas desde os 5, aprendeu cedo que é melhor a ver do que a jogar futebol. Aos 22, estuda Jornalismo e vai escrevendo sobre os jogos que valem o preço do bilhete e as estórias que só se ouvem no bar, ao intervalo.                                                                                                                                                 O Vasco escreve ao abrigo do novo Acordo Ortográfico.

Frequentador de estádios e consumidor de bifanas desde os 5, aprendeu cedo que é melhor a ver do que a jogar futebol. Aos 22, estuda Jornalismo e vai escrevendo sobre os jogos que valem o preço do bilhete e as estórias que só se ouvem no bar, ao intervalo.                                                                                                                                                 O Vasco escreve ao abrigo do novo Acordo Ortográfico.

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FC PORTO vs CD TONDELA