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O título deste artigo dá o mote para os próximos que serão redigidos até ao término da presente época. Se há coisa que nos incutiram nos momentos decisivos pelos quais fomos passando ao longo de todos estes anos, é que as finais não se jogam, ganham-se. Pode até parecer absurdo, mas a ciência do futebol mostra-nos que o pensamento tem de ser este. A semana passada, no Bessa, o FC Porto superou mais um teste de fogo. Não foi preciso jogar bonito, muito menos com nota artística. Bastou uma entrada ‘à dragão’ e um espírito guerreiro e lutador ao longo de 90 minutos para que os três preciosos pontos viessem para casa. Aliado a tudo isso esteve, uma vez mais, o 12.º jogador (parece que alguém anda a falhar redondamente na tarefa de dividir a família portista).

O FC Porto teve, uma vez mais, de se deparar com dificuldades acrescidas durante a partida, não só pela oposição que o Boavista apresentou mas acima de tudo porque anda por aí um Polvo amedrontado com a possibilidade de não conseguir o tão almejado tetra.

O jogo do Bessa mostrou uma equipa a personificar o ‘ser Porto’ na perfeição Fonte: FC Porto
O jogo do Bessa mostrou uma equipa a personificar o ‘ser Porto’ na perfeição
Fonte: FC Porto

Amanhã não será diferente: teremos pela frente um Nacional aflito que, sem nada a perder, apostará todas as fichas numa surpresa que lhe permita desafogar a situação preocupante que vive na tabela classificativa. Para que os ingredientes para uma grande festança estejam devidamente reunidos, eis que assistimos ao regresso do apaixonado Bruno ao Dragão, nove anos depois. Receio, contudo, que a nomeação deste “tentáculo” não seja suficiente para derrubar a imperturbável fortaleza em que se tornou este FC Porto de NES, principalmente a jogar no ambiente de que mais gosta, prevendo-se uma ainda mais estrondosa onda de apoio.

Foto de Capa: FC Porto

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