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Estamos já na terceira semana de janela de transferências e como Sérgio Conceição costuma dizer, o mercado continua à porta do Estádio do Dragão. Contudo, nesta janela, parece estar ainda mais longe da porta do estádio. A única movimentação que se deu até agora foi a saída de Nakajima a título de empréstimo para o Al Ain FC dos Emirados Árabes Unidos e Felipe Anderson parece estar na linha sucessiva para o lado esquerdo do ataque, tornando-se numa opção válida. Dado o atual cenário de consequentes baixas devido à Covid-19, deverá o FC Porto reforçar alguma lacuna no plantel?

Com o consequente aumento dos casos de coronavírus em Portugal seria natural que o futebol fosse afetado e o FC Porto que o diga. São vários os casos Covid-19 ativos no plantel portista e certamente que não ficarão por aqui. Uma das posições mais afetadas foi a lateral direita da defesa. Wilson Manafá esteve infetado e falhou três jogos e Nanú e Carraça continuam em quarentena. Procurando resolver a situação, o treinador do FC Porto teve que lançar Mbemba como lateral direito frente ao Sporting CP.

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Ainda assim, nem todas as posições têm atletas com o mesmo nível de polivalência. Por exemplo, o lado esquerdo da defesa tem unicamente Zaidu e Malang Sarr, apesar de não ser a posição em que jogou nos últimos anos. Poderia ser esta uma das lacunas a preencher até para dar mais competitividade a Zaidu e fazer subir a fasquia na luta pela titularidade. O mesmo acontece no lado direito do ataque portista em que Corona e, por vezes, João Mário, são os residentes da posição.

Marko Grujic foi o último jogador a ser contratado pelo FC Porto
Fonte: Diogo Cardoso / Bola na Rede

Muito se tem falado de Pepê e até já se tornou numa novela que teve direito a temporada de verão e inverno, mas o jovem brasileiro faz exclusivamente a posição de médio-esquerdo, não resolvendo os principais problemas do FC Porto nesta época. Ainda assim, seria um acréscimo à qualidade e profundidade deste plantel. Apesar do clube ainda sofrer as consequências de uma intervenção no fair-play financeiro, talvez a procura no mercado de dois reforços de segunda linha com potencial para lutar por um lugar no onze fosse saudável para a equipa a todos os níveis.

Cabe a Conceição e ao seu staff técnico decidir as movimentações que farão melhor aos dragões, com nove dias para o fecho deste mercado. Em nove dias muita coisa pode acontecer e o FC Porto já nos provou que sabe mover-se em silêncio. Até lá, esperemos que a Covid-19 perca a sua força quer seja no futebol ou na sociedade em geral.

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