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As notícias lançadas pela comunicação social nos últimos dias dão conta de um possível fim de ligação entre Otávio Monteiro e o FC Porto. O médio brasileiro é atleta dos dragões desde 2014, embora se tenha estreado na equipa principal apenas em 2016, quando Nuno Espírito Santo treinou os dragões, após ter passado por dois empréstimos na cidade do berço, ao serviço do Vitória SC.

A imprensa inglesa avança que o Wolverhampton Wanderers FC é um forte destino para o brasileiro dar seguimento à sua carreira, depois de SSC Napoli e Sevilha FC também serem associados como hipóteses para o novo clube de Otávio. Tanto Nuno Espírito Santo, técnico dos Wolves, como Julen Lopetegui, treinador do Sevilha, conhecem e já trabalharam com o médio de 25 anos, o que seria um fator extra para a concretização do negócio. Além disso, o Wolves já veio buscar Rúben Neves ao FC Porto, além de Vitinha, a contratação mais recente, e conta ainda com outro médio que também já representou os azuis e brancos – João Moutinho.

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Otávio Monteiro está em fim de contrato com o FC Porto e, caso não aconteça uma renovação do mesmo, o jogador está livre para assinar um pré-acordo com qualquer clube a partir do dia 1 de Janeiro. A dúvida recai sobre a continuidade do médio em Portugal, contudo, o cenário mais possível seria a permanência na cidade invicta até ao final da presente temporada. O cenário que preocupa os adeptos portistas é o mesmo de Brahimi e Herrera, visto que seria mais um jogador a sair do clube a custo zero, com a condição de que poderia encher os cofres portistas, de acordo com a sua idade e qualidade demonstrada.

O brasileiro é um dos maiores casos de superação da equipa portista nos últimos anos, pois precisou de vários anos para alcançar o nível exibicional e para se tornar uma figura mítica dos azuis e brancos. Aproveitou os empréstimos ao Vitória SC, para ganhar tempo de jogo e experiência na liga portuguesa, esforçou-se para ganhar um lugar no FC Porto de Nuno Espírito Santo, deu sempre tudo dentro de campo e, com Sérgio Conceição, mesmo não sendo um indiscutível nas duas primeiras temporadas, foi na última e na presente que se emancipou como uma das maiores figuras do conjunto.

A evolução demonstrada por Otávio foi excecional, assumindo-se como um titular indiscutível na equipa. A sua raça, alicerçada com uma cultura tática acima da média fazem dele o jogador mais importante na ligação do ataque portista, e ao longo do tempo, foi-se tornando mais criterioso no momento da decisão e na gestão do ritmo de jogo. Otávio, hoje, sabe quando deve pausar o jogo, quando deve acelerar, um fator que anteriormente ainda estava por aperfeiçoar.

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