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Moreirense FC 1-0 GD Chaves: Moreirense vence, flavienses sobem

A CRÓNICA: Golo solitário de Paulinho não foi suficiente para evitar despromoção

O tudo ou nada no fecho de contas da Primeira Liga. O Moreirense FC, em desvantagem de dois golos, recebeu o GD Chaves na segunda mão do play-off. Depois de uma primeira mão controlada pela equipa transmontana, os cónegos enfrentaram a tarefa hercúlea de recuperar a eliminatória, que vale a sua vaga no primeiro escalão da próxima temporada.

O sentido de urgência era grande para o lado da turma de Moreira de Cónegos e, desde muito cedo, a equipa minhota demonstrou essa vontade de chegar ao golo. Minuto dois, Rafael Martins testa os reflexos de Paulo Vitor com um grande remate cruzado.

A resposta flaviense não se fez tardar. Através de um canto, à passagem do minuto cinco, João Teixeira colocou a bola na cabeça de Alexsandro, que aparece solto de marcação ao segundo poste, mas atira à figura de Kewin.

O Moreirense FC ia sendo a melhor equipa em campo, colocando o Chaves desconfortável e aos 25 minutos de jogo, consegue materializar essa superioridade. Yan a colocar alto para Paulinho que, já dentro da área e com a bola no ar, lança um míssil para a baliza flaviense. 1-0 para os da casa.

A cinco minutos para o intervalo, quase aparece o empate do Chaves. Erro de Derik, aproveitado por João Correia, que conduziu e entregou a Platiny. A bola sai desviada por um defensor, mas sobra para Guima, que com a baliza escancarada, dá um toque a mais e atira novamente contra um defensor, desperdiçando assim uma oportunidade de ouro para deixar as contas mais acessíveis.

A segunda parte chegou, mas as oportunidades não. Tivemos de esperar até ao minuto 67 para vermos a primeira situação de perigo eminente, desta vez com o Chaves a ser o autor do perigo. Jogada entre jogadores saídos do banco, com Nuno Campos a cruzar e Patrick a aparecer muito bem a finalização. Infelizmente para os flavienses, a finalização não foi tão boa quanto o movimento e o resultado permaneceu inalterado.

Os minutos iam passando e, cada vez mais, o Moreirense FC entrava numa luta contra o tempo, com a necessidade extrema de fazer um golo se ambicionava manter-se no primeiro escalão.

Já na compensação, no último suspiro dos cónegos, Paulo Vítor tira o pão da boca a Steven Vitória. Bola bombeada na área, respondida por um cabeceamento do central canadiano. O guardião flaviense mostrou-se à altura e segurou a vantagem na eliminatória.

Resultado final: vence o Moreirense, sobe o Chaves. A equipa transmontana regressa assim à Primeira Liga, numa temporada onde muitos duvidaram ser possível.

 

A FIGURA


Alexsandro – Por ele, não passou nada. Este jogo foi a personificação da época de Alexsandro ao serviço do Chaves: imperial. Foi o porto seguro durante todo jogo. No chão, no ar, com bola, sem bola, não houve nada que comprometesse a fantástica exibição do central brasileiro.

 

O FORA DE JOGO


Derik – Passou completamente ao lado do jogo. Muito dentro do que tem demonstrado, parece que falta sempre uma pontinha de esforço a mais. Não acrescentou nada em ambos os jogos.

 

ANÁLISE TÁTICA – MOREIRENSE FC

A equipa do Moreirense, à semelhança do que aconteceu em Chaves, alinhou num 4-3-3, muito perto de um 4-2-3-1, com Yan Matheus, regressado de lesão, a jogar atrás do avançado Rafael Martins.

A equipa conseguiu executar as suas ideias bem melhor do que na primeira mão: futebol rápido com bola, coesão defensiva sem ela, o que deixou a equipa bem mais próxima do sucesso.

O lado direito, com Rodrigo e Paulinho, foi o preferencial para atacar. Yan Matheus mexeu, enquanto fresco.

11 INICIAL E PONTUAÇÕES

Kewin (6)

Rosic (6)

Artur Jorge (6)

Amador (5)

Rodrigo Conceição (7)

Jefferson (6)

Mané (6)

Derik (5)

Yan (6)

Paulinho (7)

Rafael Martins (5)

SUPLENTES UTILIZADOS

Franco (5)

Galego (5)

Mirallas (5)

André Luís (5)

Steven Vitória (-)

 

ANÁLISE TÁTICA – GD CHAVES

A equipa flaviense mudou apenas uma peça em relação à primeira partida: o capitão Luís Rocha regressou de suspensão e entrou para o onze, para o lugar de João Queirós.

A equipa flaviense entrou mal no jogo, imbuído talvez no espirito de conquista protagonizado pelos adeptos da casa. Cedo se reencontrou e conseguiu dar a volta por cima. Não permitiu grandes oportunidades ao Moreirense e no segundo tempo, pouco ou nada deixou os cónegos criarem.

11 INICIAL E PONTUAÇÕES

Paulo Vitor (7)

Alexsandro (9)

Rocha (7)

Langa (6)

Correia (6)

Obiora (7)

Guima (6)

João Teixeira (7)

Batxi (6)

Wellington (5)

Platiny (5)

SUPLENTES UTILIZADOS

Patrick (6)

Campos (6)

Juninho (5)

Pina (5)

Jô (-)

 

BnR NA CONFERÊNCIA DE IMPRENSA

Moreirense FC

Não foi possível colocar questões.

 

GD Chaves

BnR: Passados 3 anos, o Chaves volta ao convívio dos grandes. Sendo que a equipa representa uma região, muitas vezes esquecida no panorama do futebol português, o quão importante é esta subida, não só para a cidade de chaves, mas também para toda a região de trás os montes, a nível de evolução do seu futebol.

Vítor Campelos: Ao longo dos tempos fui-me apercebendo que o Chaves não está só na nossa região, mas também espalhado por todo o país. Em conversa com um amigo, que tem um restaurante lá em Chaves, ele dizia-me que fizemos de propósito para irmos ao play-off para ter mais uma boa casa. É isto a nossa região. Esta subida vai ser boa para a cidade, para ajudar a região a desenvolver-se e crescerem todos os setores. O Chaves merece estar na Primeira Liga.

O Francisco é natural de Santo Tirso. Encontra-se a tirar uma licenciatura em Ciências da Comunicação, na Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro. Sempre teve uma paixão enorme pelo deporto, sobretudo pelo futebol. Tem também um gosto especial pelo basquetebol, mais concretamente NBA. Jogou futebol durante 13 anos, mas agora é na vertente do treino que vai continuando o bichinho pela modalidade.

O Francisco é natural de Santo Tirso. Encontra-se a tirar uma licenciatura em Ciências da Comunicação, na Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro. Sempre teve uma paixão enorme pelo deporto, sobretudo pelo futebol. Tem também um gosto especial pelo basquetebol, mais concretamente NBA. Jogou futebol durante 13 anos, mas agora é na vertente do treino que vai continuando o bichinho pela modalidade.

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FC PORTO vs CD TONDELA