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O Bonfim recebeu o Boavista no último jogo da sétima jornada, onde foi cumprido um minuto de silêncio em homenagem a D. Manuel Martins.

À meia hora, o jogo encontrava-se muito trapalhão, como foi desde o início, mas com um Vitória mais perigoso que o Boavista. A equipa sadina teve duas oportunidades flagrantes de golo, as duas nascidas nos pés de João Amaral e desperdiçadas por Gonçalo Paciência e Willyan, respetivamente. Valeu Vagner ao Boavista pelas duas vezes. Jorge Simão, insatisfeito com a equipa, tirou Kuca do relvado para lançar a jogo Mateus.

Com o avançar do cronómetro, o jogo foi-se tornando cada vez menos interessante, mais confuso e agressivo.

A segunda parte veio fazer jus ao esforço do Vitória e, aos 50 minutos, Gonçalo Paciência assistiu João Amaral para o golo. Como tem vindo a ser hábito, Amaral e Paciência foram os dois jogadores mais influentes da equipa da casa. Aquando do golo do Vitória, o Boavista reagiu e começou a subir no terreno, acabando por dominar a segunda parte e levar perigo à baliza de Trigueira. A cinco minutos dos 90, Mateus justificou e marcou.

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O empate acabou por ser o resultado mais justo e, como tem vindo a ser habitual, a falta de eficácia dos homens de José Couceiro comprometeu os três pontos. O Boavista soube reagir ao golo dos sadinos, ao contrário destes que, quando sofreram o empate, desmoralizaram e acabaram por se deixar afetar emocionalmente.