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Sempre tivemos a tendência de dar mérito aos avançados quando a nossa equipa está em vantagem. Nunca, ou quase nunca, tendo a nossa equipa saído vitoriosa, elegemos um defesa ou guarda-redes como melhor em campo.

Isto pode dever-se a vários factores, entre eles o facto de, nesse jogo, o nosso adversário não ter colocado à prova o nosso sector defensivo. Mas, independentemente de qualquer motivo ou teoria, a verdade é que o futebol elege, em noventa e nove por cento dos casos, um avançado como o melhor dos melhores. É normal. Os golos são o objetivo principal do futebol ou qualquer outro desporto praticado com balizas.

Ainda assim, para que os golos dos nossos avançados façam a diferença, precisamos de não sofrer, pelo menos, tantos golos como os que conseguimos marcar e, para isso, contamos com o nosso sector defensivo e, nomeadamente, com os nossos guardiões, baluartes da tal vantagem.

Um guarda-redes pode fazer tanta diferença no resultado final como um avançado que faz um hat-trick e, por esse motivo, quero hoje destacar três “paredes de betão” que fizeram a diferença nas suas respectivas equipas e ofereceram a tal vantagem competitiva.

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Poderia destacar outros, mas estes, pelo que conquistaram e contribuíram para essas mesmas conquistas, terão que ser destacados. Ainda que eles não joguem sozinhos, e tenham uma equipa à sua frente a ajudar, esta posição é a mais solitária de todas no campo. E quando eles erram, é sempre mais visível, principalmente por ser definitivamente mais decisivo, porque quase sempre resulta em golo do adversário.

Quero então destacar, sem qualquer hierarquia, por não serem comparáveis as modalidades que cada um pratica e por terem sido os três igualmente importantes para que os objectivos das suas equipas fossem atingidos e a vantagem assegurada.

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