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sporting cp cabeçalho 2Assim que começou a ver-se o Pavilhão João Rocha crescer, comecei a imaginar, e escrevi-o aqui, dias inteiros passados nos arredores do nosso estádio, a viver intensamente o nosso clube e tudo o que este representa.

Imaginei famílias a deslocarem-se, pela manhã, para Alvalade e aí poderem visitar o museu, apoiar o jogo de uma das modalidades, seguindo-se uma passagem pela loja verde. Já com mais uma recordação verde-e-branca, iriam confraternizar com milhares de Sportinguistas enquanto se beberia e comeria uma febra no pão.

Foi isso que o clube proporcionou, no passado fim de semana, aos adeptos e sócios do clube. Juntando o facto de as nossas equipas de futsal e futebol jogarem em casa, o Sporting organizou um dia de apoio desportivo e principalmente apoio social.

Recolha de alimentos para os bombeiros e as vitimas dos incêndios foi uma das iniciativas do dia Fonte: Facebook oficial do Sporting Clube de Portugal
Recolha de alimentos para os bombeiros e as vitimas dos incêndios foi uma das iniciativas do dia
Fonte: Facebook oficial do Sporting Clube de Portugal

Pudemos ir ver uma das mais bem-sucedidas modalidades do nosso clube a fazer mais uma bela exibição, com lances e golos apenas alcançáveis pelos melhores. Vimos Merlim, Fortino, Diogo a deliciarem-nos com golos de belo efeito, vimos também a raça do “capitão” João Matos, a irreverência de Varela, a consistência de Caio Japa e Pedro Cary, e a qualidade que todos juntos (incluindo os que não referi) colocam em cada lance e cada drible.

Com o fim desse belo espectáculo, pudemos satisfazer o nosso estômago com a tradicional Bifana, e terminada a satisfação de uma necessidade básica de vida pessoal e imediata, partir para ajudar a alimentar quem precisava bem mais que nós, com a iniciativa de recolha de alimentos para bombeiros e vitimas dos fogos que o nosso clube organizou e nos permitiu ficar de alma cheia de Sportinguismo e de satisfação por, com um pouco de nós, termos ajudado quem, em pouco tempo, tinha ficado com pouco mais que as roupas que tinha no corpo.

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Nascido no seio de uma família adepta de um clube rival, criou ligação ao Sporting através de amigos. Ainda que de um meio rural, onde era muito difícil ver jogos ao vivo do clube de coração, e em tempos de menos pujança futebolística, a vontade de ser Sporting foi crescendo, passando a defender com garras e dentes o Sporting Clube de Portugal.                                                                                                                                                 O Nuno não escreve ao abrigo do novo Acordo Ortográfico.