Eduardo Henrique é uma das contratações do Sporting para a temporada que se avizinha. Veio do Belenenses SAD, onde foi peça crucial no meio-campo da formação comandada por Silas. As suas prestações mostraram um elevado sentido posicional e tático, bem como um bom domínio de bola e excelente capacidade de progressão no campo com o esférico colado ao pé. Estas características estiveram certamente na retina e na mente dos responsáveis leoninos quando o contrataram por uma verba que se cifrou nos 3M€ ao clube que detinha o passe do jogador, o emblema brasileiro do Internacional de Porto Alegre.

Os restantes companheiros têm explicado ao ex-Belenenses SAD os caminhos para a titularidade na equipa do Sporting
Fonte: Carlos Silva/Bola na Rede

Eduardo tanto pode atuar como um “seis” ou como um “oito”, mas Keizer parece estar mais inclinado para a primeira opção. A ser assim, Eduardo terá que disputar a titularidade com Idrissa Doumbia. O costa-marfinense mostrou já na época passada as suas qualidades futebolísticas, embora esta pré-temporada esteja a ser marcada por alguma insegurança e pouca consistência exibicional. Situação mais do que suficiente para Eduardo “aproveitar” e singrar de leão ao peito.

Em suma, Eduardo tem tudo para ser grande em Alvalade e ficar com o cognome de “Eduardo, o grande”. Depois da saída de Gudelj para os espanhóis do Sevilha e com Doumbia uns furos abaixo daquilo que rendeu a época passada, o “caminho” para Eduardo Henrique está aberto. Mas isso só acontecerá com muito esforço, dedicação, devoção e glória nos jogos e treinos com a listada verde e branca.

Foto de Capa: Sporting CP

Anúncio Publicitário

artigo revisto por: Ana Ferreira

Artigo anteriorVão-se os anéis, ficam os dedos
Próximo artigoGoleadores do Campeonato Português
O Simão é psicólogo de profissão mas isso para aqui não importa nada. O que interessa é que vibra com as vitórias do Sporting Clube de Portugal e sofre perante as derrotas do seu clube. É um Sportinguista do Norte, mais concretamente da Maia, terra que o viu nascer e na qual habita. Considera que os clubes desportivos não estão nos estádios nem nos pavilhões, mas no palpitar frenético do coração dos adeptos e sócios.                                                                                                                                                 O Simão escreve ao abrigo do novo Acordo Ortográfico.